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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Pega na mentira


Pessoas que contam menos mentiras são física e mentalmente mais saudáveis

O estudo foi realizado em 10 semanas com 110 pessoas, das quais 34% eram adultos e 66% estudantes universitários

Pessoas que contam menos mentiras são mais saudáveis, de acordo com estudo apresentado no congresso anual da Associação Americana de Psicologia.

A pesquisa sugere que dizer a verdade pode melhorar significativamente à saúde física e mental de uma pessoa. "Evidências recentes indicam que os norte-americanos contam em média 11 mentiras por semana. Queríamos descobrir se viver mais honestamente pode realmente levar a uma saúde melhor. Descobrimos que os participantes que reduziram drasticamente suas mentiras cotidianas apresentaram níveis melhores de saúde", afirma a autora Anita E. Kelly, da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos.

Kelly e o coautor Lijuan Wang conduziram o experimento de 10 semanas com 110 pessoas, das quais 34% eram adultos e 66% eram estudantes universitários. Eles tinham idades entre 18 a 71 anos, com uma idade média de 31.

Aproximadamente metade dos participantes foi instruída a parar de dizer mentiras maiores e menores durante as 10 semanas. A outra metade serviu de grupo controle e não recebeu instruções especiais sobre a mentira. Ambos os grupos foram ao laboratório a cada semana para completar exames de saúde e avaliar o número de mentiras que tinham dito naquela semana por meio de um polígrafo.

Ao longo de 10 semanas, os pesquisadores descobriram uma ligação significativa entre mentir menos e uma melhora na saúde principalmente para os participantes do grupo que recebeu orientação.

Quando os participantes do grupo testado contaram três mentiras a menos por semana, eles relataram, em média, cerca de menos quatro queixas de saúde mental, tais como se sentir tenso ou melancólico e cerca de menos três queixas físicas, tais como dor de garganta e dores de cabeça.

"Como os resultados são novos, eles ainda precisam ser submetidos à análise científica e publicação ainda este ano", conclui Kelly.

Fonte: http://www.isaude.net