Secretaria Municipal de Saúde






Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

Artigo Artigo XXV da Declaração Universal de Direitos Humanos



Saúde, Ciência, Pesquisa, Arte, Cultura, nossa gente da SMS, e o que mais possa interessar.



Organizado por William H Stutz

Veterinário Sanitarista

whstutz@gmail.com



Este Blog é independente, sem vínculo oficial com instituição alguma.
Todos
estão convidados a contribuir com informações de interesse coletivo.





segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Saúde da Família

Equipes de Saúde da Família são ponto forte na atenção primária

Trabalhar com a prevenção é a melhor forma para evitar doenças e promover a saúde. Segundo dados do Ministério da Saúde, a atenção primária resolve até 80% desses problemas. Para isso, a população de Uberlândia conta com unidades básicas de saúde da família (UBSF) em todas as regiões do município, inclusive na zona rural. O serviço é custeado com base no regime tripartite, pela qual são investidos recursos das três esferas (município, estado e união).

As UBSF são a porta de entrada do paciente na rede municipal. Ao passo em que o poder público reforça esses equipamentos e os cidadãos passam a utilizá-los com mais frequência, o atendimento nas Unidades de Atendimento Integrado (UAIs) foca no acolhimento ambulatorial. Em média, cada equipe atende de três a quatro mil pessoas ao mês, inclusive nas residências, no caso das pessoas impossibilitadas de se deslocar até a unidade.

O vínculo mais próximo com o paciente e a facilidade na marcação de consultas são características dessas unidades. Para a autônoma Kraíne Gonzaga Martins, 20 anos, são pontos fundamentais para um bom atendimento. Ela é gestante e aguarda mais dois meses para dar à luz o primeiro filho. “Faço o pré-natal na unidade e é mais tranquilo, pois a atenção é mais próxima e a consulta não é apressada. Como é meu primeiro filho, antes eu estava com medo por não saber como cuidar. Mas os profissionais me ensinaram como amamentar, segurar a criança e os cuidados básicos”, conta a paciente que vai regularmente à UBSF do bairro Lagoinha, na zona sul da cidade.

A enfermeira coordenadora da mesma unidade, Patrícia Aparecida da Silva, explica que a marcação de consultas acontece em prazo máximo de 15 dias. A triagem é feita pelo protocolo de Manchester, método que auxilia os profissionais da saúde a classificar o risco de cada paciente por níveis de urgência e emergência. “A partir dele podemos encaminhar o paciente direto para a UAI ou então trazê-lo para uma consulta na própria UBSF. Também fazemos a busca ativa para identificar os pacientes que precisam de cuidados”, diz.

Mesmo morando perto da unidade, muitos moradores deixam para procurar atendimento apenas quando a doença se agrava. Por isso, Patrícia da Silva alerta para a necessidade do auto-cuidado. “Muitas vezes as pessoas são resistentes à prevenção. É preciso se preocupar com o auto-cuidado e procurar uma unidade antes que a situação se agrave. Aqui sempre há vagas para consulta. Ninguém fica sem atendimento”, destaca.

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Férias


Depois de um ano de muito trabalho, entro em férias. Boas festas para todos e até 2014. São os votos de toda equipe do Laboratório de Animais Peçonhentos e Quirópteros da nossa SMS. Parabéns a todos nosso grupo pelo empenho, compromisso e valentia para vencer adversidades inerentes ao trabalho e ainda brilhar como nunca como Servidores Públicos que somos, com muito orgulho.

Algumas fotos de nossa (minha) última ação do ano antes das férias. A convite do Ministério da Saúde, mais uma vez atuando como monitor em Capacitação de Manejo de Escorpiões desta vez em Palmas Tocantins.








quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Decifrando os segredos da genética

Decifrando os segredos da genética

Por Claudia Izique

Agência FAPESP – Doenças genéticas atingem entre 2% e 3% das crianças nascidas de pais sadios. Um “erro” em um único gene, mutações inesperadas ou genes que, de acordo com o ambiente, aumentam nossa predisposição a doenças complexas podem resultar em mais de 20 mil condições como distrofias musculares, mal de Parkinson, Alzheimer, cardiopatias, autismo, nanismo, entre outras.

O Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células Tronco (HUG-CELL, da sigla em inglês), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP, já identificou mais de uma dúzia de genes responsáveis por algumas dessas doenças, desenvolveu testes para 45 delas e, por meio de aconselhamento genético, permite que milhares de famílias planejem a sua prole.

Essa trajetória de pesquisa e de atendimento à população começou há pouco mais de dez anos, quando a investigação do mecanismo genético desencadeador de doenças exigia, além de muita pesquisa, uma certa dose de sorte: identificada uma família com pelo menos seis indivíduos afetados, os pesquisadores extraíam o DNA – molécula com cerca de 2 metros de comprimento e 2 nanômetros de espessura – de células de cada uma dessas pessoas, separavam-no em pedaços por meio de eletroforese, transportavam esses pedaços para filmes fotográficos e imprimiam os fragmentos em acetato antes de, meio às cegas, iniciar a investigação de seus milhões de pares de base.


http://agencia.fapesp.br/18244

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Intervenção educativa

Intervenção educativa melhora qualidade de vida de pacientes crônicos

Por Karina Toledo, de Raleigh

Graças a um modelo de intervenção educativa que alia orientação por meio de material didático, atendimentos presenciais e seguimento por telefone, um grupo de pesquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), tem conseguido melhorar o estado de saúde de pacientes com condições crônicas.

Os resultados da pesquisa, realizada no âmbito de um Projeto Temático FAPESP coordenado pela professora Lídia Aparecida Rossi, foram apresentados na última terça-feira (12/11), na cidade norte-americana de Raleigh, durante a programação da FAPESP Week North Carolina.

“Com o envelhecimento populacional, o número de pessoas com condições crônicas – decorrentes de doenças ou traumas físicos que requerem cuidados permanentes por longos períodos – tende a aumentar. Por esse motivo, o seguimento adequado dessas pessoas tem sido uma preocupação crescente na área de enfermagem em todo o mundo”, contou Rossi.

Diversas enfermidades podem ser classificadas como condições crônicas, entre elas Parkinson, Alzheimer, diabetes e doenças cardiovasculares. Em Ribeirão Preto, pessoas com cardiopatia e vítimas de queimaduras graves estão sendo acompanhadas pelo Grupo de Investigação em Reabilitação e Qualidade de Vida, coordenado por Rossi e pela professora Rosana Spadoti Dantas.

O trabalho conta com a participação de uma equipe da Faculdade de Enfermagem da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), liderada pela professora Roberta Cunha Matheus Rodrigues, e com a colaboração das pesquisadoras Marcia Ciol e Jeanne Hoffman, ambas da University of Washington, nos Estados Unidos.

http://agencia.fapesp.br/18223

Proibido

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Diabetes não foi diagnosticada


Metade das pessoas com diabetes não foi diagnosticada

Das grandes capitais aos pequenos municípios do país, a diabetes é uma das principais causas de mortes decorrentes de problemas que envolvem o sistema cardiovascular. No Brasil, em 2010, mais pessoas morreram por complicações causadas pela doença do que vítimas de acidentes de trânsito. Em Uberlândia, 12.426 diabéticos estão cadastrados no sistema nacional SIS Hiperdia, do Ministério da Saúde. Mas a estimativa é de que o número seja maior, uma vez que metade das pessoas que têm a doença ainda não foi diagnosticada.

A fim de conscientizar a população e promover o tratamento desses pacientes, a Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia, por meio do Programa Municipal de Hipertensão e Diabetes, promove, nesta semana, ações com o tema “Diabetes: Proteja o nosso futuro”. O objetivo é alertar as pessoas que por meio de hábitos saudáveis (prática de exercícios físicos e alimentação balanceada) é possível mudar o curso da doença.

Nesta quinta-feira (14), Dia Mundial do Diabetes, a Secretaria de Saúde promove uma caminhada no Parque do Sabiá. Além de atividade física, serão feitos testes glicêmicos e verificação da pressão arterial, bem como ações educativas sobre o assunto. “O diagnóstico precoce da doença, o tratamento adequado e o acompanhamento constante dos índices glicêmicos é o modo de evitar complicações como lesões na retina, infarto, insuficiência renal e amputações. Por isso, nos preocupamos com a divulgação de informações sobre a doença”, afirma Almir Fontes, secretário municipal de Saúde.

Além da ação de conscientização, a prefeitura oferece tratamento e acompanhamento médico nas unidades de saúde e no Centro Municipal de Atendimento aos Diabéticos. Os pacientes têm acesso gratuito aos medicamentos mediante receita nas unidades de saúde ou nas farmácias conveniadas ao programa Farmácia Popular.

Uberlândia conta com Ambulatório do Pé Diabético

Com o objetivo de adotar medidas preventivas e terapêuticas, também foi implantado em Uberlândia o Ambulatório do Pé Diabético. “É comum o paciente com diabetes perder a sensibilidade dos pés, feri-los e não perceber, favorecendo o surgimento de úlceras nos membros inferiores. Se não tratado, pode ser necessária a amputação”, explica Maria Luiza Mendonça, coordenadora do Programa de Hipertensões e Diabetes.

O ambulatório conta com uma equipe multidisciplinar nas áreas e realiza avaliação, consultas médicas, curativos e encaminhamento para palmilhas e calçados especiais, bem como para cirurgias e exames especializados. Além da avaliação médica dos pés, é importante manter as taxas de glicemia controladas para evitar problemas maiores em decorrência da doença.

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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Excesso de iodo

Excesso de iodo na gestação e lactação pode causar hipotireoidismo na prole


Por Karina Toledo

Um experimento feito com ratas na Universidade de São Paulo (USP) mostrou que o consumo excessivo de iodo durante o período de gestação e lactação pode tornar a prole mais propensa a sofrer de hipotireoidismo na vida adulta.

O trabalho faz parte do projeto de pós-doutorado de Caroline Serrano do Nascimento, realizado com Bolsa da FAPESP e supervisão da professora Maria Tereza Nunes, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB-USP).

“Os efeitos deletérios do excesso agudo e crônico de iodo no organismo já estão descritos na literatura. Agora, estamos observando que esse elemento desencadeia também mecanismos epigenéticos, ou seja, o consumo excessivo desse elemento pela mãe durante a gestação e lactação gera consequências no desenvolvimento fetal e, aparentemente, programa o organismo do filhote para ficar mais suscetível ao desenvolvimento de hipotireoidismo durante a vida adulta”, comentou Nascimento.

O iodo é um micronutriente essencial para o homem e demais mamíferos, pois é usado na síntese dos hormônios tireoidianos T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). Além de regular o metabolismo, esses hormônios são importantes para o funcionamento adequado de praticamente todos os órgãos.

Já há muitas décadas se sabe que a deficiência desse mineral pode causar bócio, ou seja, um aumento no volume da glândula tireoide que prejudica seu funcionamento. Sabe-se também que a falta de iodo durante a gestação pode levar a danos cerebrais em crianças, uma vez que os hormônios tireoidianos desempenham um papel extremamente importante no desenvolvimento do sistema nervoso central. Por essa razão, no Brasil, tornou-se obrigatória na década de 1950 a adição de iodo no sal de cozinha.


http://agencia.fapesp.br/18191

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Crítica literária

Pelos caminhos da crítica literária
Por Samuel Antenor


Agência FAPESP – Não há crítica sem juízo e, se não houver juízo, o que resta é apenas comentário. A frase é da crítica literária Leyla Perrone-Moisés, professora emérita da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP), que participou na segunda-feira (04/11) de um café literário promovido pela Fundação Bunge, em parceria com a FAPESP, na Casa das Rosas, em São Paulo.

Perrone-Moisés foi uma das vencedoras da 58ª edição do Prêmio Fundação Bunge na categoria Vida e Obra, ao lado do escritor catarinense Alexandre Nodari, ganhador do 34º Prêmio Fundação Bunge Juventude.

Em sua apresentação, a professora falou sobre os diferentes contextos literários e sobre como esses contextos influenciam a crítica tanto na academia quanto nos jornais e revistas – forma pela qual os leitores das obras têm acesso às análises dos especialistas. “A crítica literária tem validade, não tem verdade”, afirmou, citando o crítico e linguista francês Roland Barthes (1915-1980), a quem considera um de seus mestres em sua área de atuação, ao lado do professor Antônio Cândido e do poeta Haroldo de Campos (1929-2003).

Autora de livros como O Novo Romance francês (1966), Falência da crítica (1973) e Vinte Luas (1992), com o qual venceu o Prêmio Jabuti em 1993 na categoria Estudos Literários (Ensaio), Perrone-Moisés conviveu com Cândido e Campos, em São Paulo, e com Barthes, em Paris, nos anos 1950, quando iniciou sua trajetória profissional.

A mesa-redonda na Casa das Rosas foi coordenada pelo poeta e crítico literário Frederico Barbosa, diretor do centro cultural voltado à divulgação da literatura e da poesia. O casarão construído por Ramos de Azevedo na Avenida Paulista, no início do século 20, abriga o Centro de Referência Haroldo de Campos, com um acervo de 20 mil livros da biblioteca do poeta concretista.


http://agencia.fapesp.br/18178

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Adesivo Verde


Plante uma árvore hoje ainda. Não tem lugar no seu quintal ou passeio? Não se preocupe o Adesivo Verde faz isso para você e de graça. e assim contribuir para neutralizar as emissões de CO² !!
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terça-feira, 29 de outubro de 2013

UAPSF Aurora

Recebemos da colega Cidinha, Assistente Social UAPSF Aurora.
Compromisso com a saúde coletiva. Parabéns.

"A UAPSF Aurora,também aderiu a campanha na luta contra o câncer de mama,Outubro Rosa.
Toda a Unidade foi decorada,e foram realizadas várias palestras educativas e preventivas."



segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Mais essa: Dengue tipo 5

 First New Dengue Virus Type in 50 Years



Centers for Disease Prevention and Control
Spreader. An Aedes aegypti mosquito, a major carrier of the Dengue fever virus.

BANGKOK—Scientists have discovered a new type of the virus that causes a centuries-old pestilence, dengue. The surprising find, announced at a major dengue conference here today, is bound to complicate efforts to develop a vaccine against a tropical disease that is becoming a more pervasive global menace. But it could shed light on where the pathogen came from and whether it is evolving into a greater threat. The finding “may change the way we think about dengue virus evolution and emergence," says Duane Gubler, a dengue expert at the Duke-NUS Graduate Medical School in Singapore.

There is no vaccine or drug against dengue, which is spread by mosquitoes and causes fever and sometimes excruciating joint pain and muscle aches. Patients typically recover on their own, though severe cases need medical support. Occasionally, the illness progresses to dengue hemorrhagic fever, a potentially fatal complication in which blood leaks through vessel walls. A dengue infection confers lifetime immunity to that particular type. But subsequent infection with a second type increases the likelihood of serious illness. With that in mind, vaccine developers have strived to protect against all four types simultaneously.

That may have gotten more challenging. By chance, researchers screening dengue viral samples found a virus collected during an outbreak in Malaysia's Sarawak state in 2007 that they suspected was different from the four original serotypes. They sequenced the virus and found that it is phylogenetically distinct from the other four types. Experiments found that monkey antibodies produced against the new type differ significantly from those resulting from the previously known dengue viruses. "We discovered and characterized a new dengue serotype," announced Nikos Vasilakis, a virologist at University of Texas Medical Branch in Galveston, here today at the Third International Conference on Dengue and Dengue Haemorrhagic Fever.

"They've done a very good job in characterizing the virus, and it's convincing that it is distinct from the other four," says Thomas Scott, a dengue expert at the University of California, Davis.


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Escorpião



Longos 30 anos de experiência e quase nada sei do bicho. Sua inacreditável capacidade de adaptação aos mais hostis e estranhos ambientes torna-o uma obra-prima da evolução. Algumas espécies, nem se dão ao luxo de procurarem par. Não carece namoro, nem acasalamento. Passou da adolescência, chegou à idade adulta e pronto: do nada, ficam prenhas e parem montes de filhotes, duas, três vezes ao ano.

Em hipotético cálculo matemático: um único escorpião que fez de sua reprodução a partenogênese pode gerar em longeva vida aracnídea quase 7 milhões de descendentes sem nenhum morrer ao longo dos anos. Hipotético, repito: alívio nosso. Com eles até o pescoço, caso feito procriador se realizasse à risca, seríamos forçados a viver nos polos, únicos lugares onde não são encontrados. Nesse mundão de tão variados ambientes. Assim, só teríamos que temer ursos polares e nossa fértil e fantasiosa imaginação, mestre em criar fobias e paranoias. Das frescas matas a tórridos desertos, do ponto mais alto de montanhas gigantescas, pilares da terrena celestial abóbada, a profundas fendas e cavernas, esbarraríamos com danado. O gênero humano estaria fadado a desaparecer com os Leões das cavernas e Quaggas.

Mas nem por isso nos dão paz. Corrijo. De tanto importuná-los com nossas mazelas de criaturas (des)humanas, os obrigamos, por total falta de opção, a buscar refúgio como sinal de vingança, exatamente junto a nossas moradas. Como animais de estimação os tratamos. Com carinho, fornecemos-lhes em abundância: alimento, abrigos seguros e água em profusão, para que se banqueteiem e saciem sua voraz necessidade por umidade.

Em velocidade hipersônica, bem acima de Mach 3 passaram-se 30 anos e, a cada dia, tenho surpresas com escorpiões. Em 2007, tive a honra de ser convidado pelo Ministério da Saúde (MS) a participar da elaboração de um manual, cujo objetivo era normatizar as condutas no Brasil de manejo desse bicho que a tantos assusta e a muitos mata. O fruto de esforço de um grupo foi lançado em 2009.

Desde então, sempre a convite do MS, passamos a girar mundo, capacitando Estados. Incontáveis encontros com profissionais de saúde e muita prática de campo. Municípios também solicitam nossa ajuda e, sempre que possível, atendemos, pois salvar vidas é nossa missão maior.

Embrutecidos com relatos sobre acidentes com esses bichos, achei que tinha sentido tudo nesta vida. Ledo engano. Em nossa última expedição de captura, após treinamento, em fazenda no interior de Goiás, ouvimos relato de uma avó, cujo netinho havia morrido vítima de ferroada de escorpião. Com riqueza de detalhes impressionantes, essa senhora nos narrou minuto a minuto sua via crucis, desde a pequena localidade até o fatal desfecho do acidente, onde encontrou não recurso, mas indiferença e maltrato por parte de quem deveria tratar, amparar e consolar.

Uma pequena plateia de profissionais calejados com lida de situações de risco, sempre fuçando onde não deve à cata de bichos estranhos e aprendizado, permaneceu imóvel e silenciosa durante todo desabafo de dor. Passarinhos cantavam no entorno. A varanda, o chão batido e o fogão à lenha: cenário. Todos nós, alguns copiosamente, outros disfarçadamente, choramos com alma e lágrimas.
Trinta anos, pouco sei do proceder dos escorpiões. Toda uma vida e nada sei do comportamento humano. Alguns em especial.












Publicado em Jornal Correio em 24/10/2013

Capacitação




Temas

Saúde do Adolescente: prevenção a situações de risco, gravidez indesejada e DSTs dentro de perspectivas éticas, técnicas e legais desses atendimentos;
Mortalidade Infantil entre os menores de 1 ano no Município e medidas de prevenção;
Fluxo de atendimento à criança e ao adolescente vítimas de violência doméstica.


Público Alvo

Assistentes Sociais, Agentes Comunitários de Saúde, Pediatras, Ginecologistas e Médicos do Programa Saúde da Família, Psicólogos, Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, Conselheiros Tutelares, Diretores e Professores das escolas publicas da rede municipal e estadual e demais interessados.

Palestrantes

Drª Naira Cristina Marques Borges – Hebiatra e pediatra
Drª Raquel Cazabona – Pediatra, coordenadora do programa Saúde da Criança e do Adolescente da Secretaria Municipal de Saúde.






Local

Auditório Cicero Diniz – Centro Administrativo da Prefeitura Municipal de Uberlândia.
Av. Anselmo Alves dos Santos nº 600 – Santa Mônica

Inscrições
www.eventosdgp.blogspot.com.br/p/inscricao.html
Diretoria de Gestão de Pessoas e Formação em Educação Permanente
Fones: (34) 3256-3814 – (34) 3256-3816

III encontro ARUR

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

IV Semana Municipal de Doença Falciforme







Prezados(as),

É com grande satisfação que encaminhamos, em anexo, a Carta Convite com a Programação Especial do dia 31 de outubro de 2013 referente a IV Semana Municipal de Doença Falciforme.

Este Evento, é uma das ações da Semana Municipal de Doença Falciforme/2013, que durante todo o mês de outubro estará sendo realizado também:

- Concuro de Paródias "Doença Falciforme: O melhor remédio é a informação!", voltado para os alunos do 4º e 5º ano do ensino fundamental das Escolas Municipais e Estaduais inseridas no Programa Saúde na Esola - PSE 2013/2014;

- Workshop "Doença Falciforme na Urgência e Emergência" voltado para profissionais médicos e enfermeiros que atuam nos serviços de Urgência e Emergência das Unidades de Saúde;

- Replicação do Curso a Distância "Doença Falciforme - Linha de Cuidados na Atenção Primária", nas Unidades de Atenção Primária da Saúde da Família - UAPSF;

- Perfil Epidemiológico da Doença Falciforme no município de Uberlândia;

- Módulo TOP – PEP (Programa de Educação Permanente) “Doença Falciforme na Atenção Primária a Saúde” – capacitação para os médicos que atuam na atenção primária do município (concluído).


É necessário realizar sua inscrição pelo Portal da Prefeitura de Uberlândia www.uberlandia.mg.gov.br por meio do Link http://www.uberlandia.mg.gov.br/?pagina=secretariasOrgaos&s=65&pg=2212 , pois as vagas são limitadas.



Atenciosamente,

Clenize das Graças Coelho Resende Borges
Coordenadora do Programa de Atenção Integral as Pessoas
com Doença Falciforme - Secretaria Municipal de Saúde-
Prefeitura de Uberlândia/SMS/PMU / 34 3253-5416 / 9182-5851

Sono ajuda o cérebro a eliminar toxinas

Sono ajuda o cérebro a eliminar toxinas

RAFAEL GARCIA
DE SÃO PAULO


Um experimento com roedores mostrou que o sono é essencial para limpar toxinas acumuladas no cérebro durante o dia. Quando dormimos, células nervosas diminuem, abrindo espaço para fluidos fazerem, literalmente, uma lavagem cerebral.

A descoberta foi feita no laboratório de cientistas da Universidade de Rochester, nos EUA, que usaram uma técnica sofisticada de microscopia a laser para observar tecidos de animais vivos.

As toxinas que se acumulam regularmente no cérebro resultam do funcionamento normal do órgão e precisam ser eliminadas alguma hora.

Ao comparar camundongos acordados com adormecidos, os pesquisadores mostraram que o fluido cerebrospinal --líquido que permeia o cérebro-- passa com mais liberdade pelo cérebro durante o período de sono. Isso pode ser uma das principais razões pelas quais dormir é essencial para muitos animais.

"Não temos certeza sobre se o acúmulo de detritos no cérebro é aquilo que induz o sono ou não, mas é uma possibilidade", disse à Folha Lulu Xie, autora principal do estudo sobre o experimento, que saiu na revista "Science".

No trabalho, a cientista mostrou que uma das moléculas varridas pelo fluido cerebral na hora da limpeza é a beta-amiloide --proteína ligada ao mal de Alzheimer quando se acumula demais.

"A doença de Alzheimer está associada à perturbação do sono", diz Xie. "A falta de espaço intersticial [lacunas entre células] pode causar o acúmulo de lixo metabólico e danificar o cérebro."

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terça-feira, 22 de outubro de 2013

HIV ganha diversidade genética

Estudo indica que HIV ganha diversidade genética em São Paulo
22/10/2013

Por Karina Toledo

Agência FAPESP – Ao analisar amostras sanguíneas de 51 crianças e adolescentes soropositivos da cidade de São Paulo, nascidos entre 1992 e 2009, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) observaram uma variabilidade genética do vírus HIV maior que a apontada em estudos anteriores, feitos com adultos.

De acordo com os cientistas, os resultados da investigação – divulgados em artigo publicado na revista PLoS One – sugerem que o perfil da epidemia está mudando no Brasil, o que pode ter implicações tanto na produção de testes de diagnóstico como em pesquisas que visam ao desenvolvimento de vacinas.

“Existem dois tipos de vírus que causam a Aids, o HIV-1 e o HIV-2. O tipo 2 é praticamente restrito ao continente africano. Já o tipo 1, que prevalece no resto do mundo, se divide em vários grupos, sendo os principais M, N, O e P. O grupo M é o que causa a grande epidemia que conhecemos, mas ele também se divide em diferentes subtipos. Há ainda as formas recombinantes do vírus, que é a mistura de dois subtipos”, explicou Esper Kallás, professor da disciplina de Imunologia Clínica e Alergia da Faculdade de Medicina da USP e um dos autores da pesquisa apoiada pela FAPESP.

Segundo Kallás, estudos anteriores mostraram que o subtipo B é o mais prevalente no Brasil e em toda a América e Europa. Em um artigo publicado pelo grupo em 2011, também na revista PLoS One, foram analisadas 113 amostras de homens soropositivos com média de idade de 31 anos e a análise do DNA viral mostrou que mais de 80% dos pacientes estavam infectados com o subtipo B.

Já neste estudo recente feito com pacientes entre 4 e 20 anos acompanhados no Centro de Atendimento da Disciplina de Infectologia Pediátrica da Unifesp, coordenado pela professora Regina Succi, apenas 52,4% apresentaram o subtipo B. Quase 40% dos jovens estavam infectados com o subtipo BF1 mosaico – uma mistura genética dos subtipos B e F1. Outros 9,5% apresentaram o subtipo F1. Todos os casos eram de transmissão vertical do vírus, ou seja, a infecção ocorreu durante a gestação, parto ou amamentação.


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Os 10 "piores" alimentos para a sua saúde


Conheça os 10 "piores" alimentos para a sua saúde
Saiba quais são eles, os problemas que causam e como substituí-los por outros mais saudáveis

Por Bruna Stuppiello


Você consegue resistir a um delicioso sorvete de massa? E quanto a um cachorro quente? Estes alimentos industrializados são tão gostosos para o nosso paladar que realmente é difícil evitá-los. ?O foco da indústria alimentícia ao produzi-los era o sabor, deixando de lado o valor nutricional?, explica o nutrólogo Guilerme Giorelli, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Pensando nos malefícios que estas comidas proporcionam, a nutricionista norte-americana Michelle Schoffro Cook, famosa autora de best-sellers sobre alimentação, elaborou uma lista com os 10 piores alimentos do mundo para o ser humano.

Na seleção estão a pizza congelada, um único pedaço possui 16% do Valor Diário de sódio, o salgadinho de batata, um pacotinho possui 33% do Valor Diário de gorduras totais, e o cachorro quente, uma salsicha possui 20% do Valor Diário de gorduras saturadas.

Conversamos com especialistas para entender por que os alimentos são tão ruins para a saúde e como podem ser substituídos por opções mais saudáveis.

É importante deixar claro que nenhum destes alimentos precisa ser excluído do seu cardápio, especialmente aqueles que você gosta bastante. "Eu não os transformaria em vilões da dieta porque o problema é o nosso hábito. O que não devemos fazer é comer estes alimentos diariamente e em excesso, você pode escolher um alimento do grupo, o sorvete de massa por exemplo, e ingerir uma vez por semana", aconselha o nutrólogo Celso Cukier do Hospital Albert Einstein. Logo abaixo, você confere os dez maiores "perigos" do cardápio saudável.

Bichos e o tempo

Insetos conseguem prever tempestades e ventanias
03/10/2013

Por Elton Alisson

 Na Índia e no Japão há um ditado popular que diz que “formigas carregando ovos barranco acima, é a chuva que se aproxima”. Já no Brasil, outro provérbio afirma que “quando aumenta a umidade do ar, cupins e formigas saem de suas tocas para acasalar”.

Um estudo publicado na edição do dia 2 de outubro da revista PLoS One – realizado por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), de Piracicaba (SP), em parceria com colegas da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), de Guarapuava (PR), e da University of Western Ontario, do Canadá – comprovou que os insetos preveem mudanças climáticas e dão indicações disso com modificações no comportamento.

Os pesquisadores observaram que besouros da espécie Diabrotica speciosa – conhecido popularmente como “brasileirinho” ou “patriota”, por terem cor verde e pintas amarelas –, além de pulgões-da-batata (Macrosiphum euphorbiae) e lagartas da pastagem (Pseudaletia unipuncta), têm capacidade de detectar queda na pressão atmosférica – que, na maioria dos casos, é um sinal de chuva iminente. E, ao perceberem isso, modificam o comportamento sexual, diminuindo a disposição de cortejar e acasalar.

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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Semana do Idoso

Semana do Idoso promove o envelhecimento com saúde



Em alusão ao Dia Nacional e Internacional do Idoso, comemorado no dia 1º de outubro, o Programa de Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realiza de hoje até segunda-feira (7) a Semana do Idoso. Durante estes dias, a SMS promoverá ações educativas, palestras, apresentações culturais e diversas outras atividades voltadas para as pessoas da Terceira Idade. Os trabalhos acontecerão em unidades de saúde e toda a população idosa pode participar. Quem comparecer receberá ainda um exemplar da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa.

Uma das principais metas da Semana é oferecer informações e condições para que os idosos tenham mais qualidade de vida, além de promover o envelhecimento ativo e saudável. “É uma forma de valorizarmos as pessoas idosas, oferecermos e incentivarmos opções para que tenham vidas mais saudáveis”, disse a coordenadora do Programa de Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa, Lorene Cristina Alves.

Durante a abertura da Semana, na Unidade de Atenção Primária à Saúde da Família (UAPSF) do bairro Mansour, o aposentado João Ângelo Duarte Pereira, de 78 anos, se mostrou animado e interessado em se informar mais sobre hábitos saudáveis. Após aferir a pressão arterial, ele contou os segredos para ter a saúde em bom estado. “Caminho cinco vezes por semana e minha alimentação é saudável, mas o segredo de tudo é o forró que eu danço desde a juventude. Isso me alegra muito”, disse.

Para a também aposentada Lúcia Madalena Guimarães dos Reis, de 72 anos, a Semana do Idoso deve ser aproveitada por todos. “É bom saber que o Poder Público está preocupado e trabalhando para a gente”, afirmou.

Segundo o Ministério da Saúde (MS), embora a expectativa de vida esteja em ascensão e índices como a mortalidade infantil estejam em queda, os brasileiros têm levado um estilo de vida pouco saudável, o que influi no surgimento de inúmeras doenças. O MS destaca ainda em seu endereço eletrônico “a convivência social estimulante, a busca de atividades prazerosas que diminuam o estresse e a diminuição significativa da automedicação também são importantes para uma vida saudável”.

Programação da Semana do Idoso

Quarta-feira – 2 de outubro – 8h– UAPSF do Bairro São Jorge – Rua Ângelo Cunha, 270
Quinta-feira – 3 de outubro – 8h– Unidade de Atendimento Integrado (UAI) Morumbi – Rua Felipe Milken, 47
Sexta-feira – 4 de outubro – 8h– Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) Santa Rosa – Rua Santa Catarina, 2.825
Segunda-feira – 7 de outubro – 8h– UAPSF Martinésia – Avenida José Pedro Ferreira, 18


Fonte: Portal de nossa Prefeitura de Uberlândia

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Envelhecer

Uma ocasião,
meu pai pintou a casa toda
de alaranjado brilhante.
Por muito tempo moramos numa casa,
como ele mesmo dizia,
constantemente amanhecendo.

Adelia Prado


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Genes do envelhecimento

Cientistas tentam identificar genes-chave para o controle de funções vitais


Por Karina Toledo, de Londres

Agência FAPESP – Diversas funções vitais do organismo são controladas pelo sistema nervoso autônomo, entre elas os batimentos cardíacos, a pressão arterial e o balanço hidromineral (relação entre o volume de água e o teor de sódio). Mas, em grande parte das pessoas, esse controle deixa de funcionar adequadamente com o envelhecimento, o que aumenta o risco de problemas como desidratação, hipertensão e diversas outras doenças cardiovasculares.

Descobrir como o avanço da idade e certos hábitos de vida – entres eles o sedentarismo e o consumo excessivo de sal – afetam a expressão de genes em determinadas regiões cerebrais responsáveis por esse balanço autonômico é o objetivo de dois projetos que estão sendo conduzidos por pesquisadores brasileiros e britânicos no âmbito de um acordo firmado entre a FAPESP e os Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK, na sigla em inglês).

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Asma em pediatria

Clique no poster para ampliá-lo



Fonte: Secom/PMU

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Reumatologia

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Fonte: Secom/PMU

Videogame e TDAH

Videogame pode se tornar aliado no tratamento do TDAH

18/09/2013

Por Karina Toledo

Especialistas que tratam jovens com transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) poderão, em breve, ganhar um aliado inusitado: o videogame.

Pesquisadores do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com o departamento de Medicina Molecular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com a Duke University, dos Estados Unidos, estão desenvolvendo um jogo cujo objetivo principal é treinar, nos jogadores, o controle inibitório – habilidade cerebral responsável por frear respostas inadequadas a estímulos ambientais, que normalmente é falha nos portadores da doença.

“Quando o controle inibitório não está bem desenvolvido, muitos problemas podem acontecer, como abuso de substâncias, sexo sem proteção, brigas e acidentes”, explicou o neuropsicólogo Thiago Strahler Rivero, autor de pesquisa de doutorado apoiada pela FAPESP e orientada por Orlando Francisco Amodeo Bueno, docente do Departamento de Psicobiologia da Unifesp.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Aplicativo do bem

Você conhece o aplicativo #vacinaçãoemdia? Nele, você pode cadastrar suas vacinas e de sua família. Baixe e mantenha a caderneta de vacinação atualizada. O aplicativo é gratuito e está disponível aqui: http://bit.ly/13P8AXl #zegotinha



Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Alerta de chuva

Defesa Civil alerta para a previsão de
 chuva forte em Uberlândia

A Defesa Civil de Uberlândia alerta sobre o risco de chuva forte e volumosa e rajadas de vento forte nesta terça-feira, 17 de setembro, em função de nuvens carregadas formadas pelo calor intenso e o deslocamento de uma frente fria sobre o Sudeste e Centro-Oeste.

Em caso de temporal, a população deve evitar transitar em áreas de risco de inundações e alagamentos, como as avenidas Rondon Pacheco, Getúlio Vargas, Minervina Cândida e partes da Anselmo Alves dos Santos e João Naves de Ávila, no Santa Mônica.

Fonte: Portal da nossa Prefeitura de Uberlândia

Monitoramento de vacinas

Saúde faz monitoramento das vacinas Pneumo 10 e Meningocócica C

A Secretaria Municipal de Saúde inicia nesta segunda (16) o monitoramento das vacinas Pneumocócica 10-valente e a conjugada Meningocócica C em Uberlândia. O trabalho é feito por amostragem pelas equipes das 64 salas de vacinas distribuídas em todos os setores da cidade. Cada equipe será responsável por visitar 25 residências com crianças menores de cinco anos de idade, que já tenham completado seis meses de vida.

“Com este levantamento será possível definir a frequência que os pais têm levado os filhos aos postos de vacina, de acordo com o calendário básico infantil”, disse o secretário municipal de Saúde, Almir Fontes. A Pneumocócica 10 (pneumo10) é aplicada em três doses no segundo, quarto e sexto mês de vida da criança. Também é previsto uma dose de reforço aos 12 meses. Já a Meningocócica C (meningite) é aplicada em duas doses no terceiro e quinto mês de idade, sendo previsto um reforço com 15 meses de vida.

Para realização do monitoramento, os pais ou responsáveis devem ter em mãos a caderneta de vacinação que ateste a situação da criança. Caso alguma dose da pneumo 10 ou da meningite C estiver em atraso, os agentes terão uma dose para imunização imediata. As ações serão realizadas nas residências até o dia 20 deste mês.

Fonte: Portal de nossa Prefeitura de Uberlândia

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Urutu para o bronze

Proteína do veneno da serpente urutu pode ser benéfica para o coração

16/09/2013

Por Karina Toledo

Testes in vitro feitos na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) indicam que a alternagina-C (ALT-C) – uma proteína extraída do veneno da serpente urutu (Bothrops alternatus) – é capaz de aumentar a força de contração cardíaca e tem potencial farmacológico a ser explorado.

A proteína está sendo testada no miocárdio de camundongos e de peixes durante o pós-doutorado de Diana Amaral Monteiro – com Bolsa da FAPESP – sob a supervisão do professor Francisco Tadeu Rantin e colaboração de Heloisa Sobreiro Selistre de Araújo e Ana Lúcia Kalinin.

Resultados preliminares foram apresentados por Monteiro durante a 28ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada em agosto em Caxambu (MG).

“Se os resultados positivos se confirmarem em futuras etapas, essa proteína poderá ser útil no tratamento de doenças como insuficiência cardíaca, infarto e isquemia crônica do coração”, afirmou Monteiro.