Secretaria Municipal de Saúde






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Artigo Artigo XXV da Declaração Universal de Direitos Humanos



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Organizado por William H Stutz

Veterinário Sanitarista

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Prevenção da hepatite


Ministério da Saúde recomenda uso de preservativo para prevenção da hepatite

RIO- Apesar de a hepatite C ser transmissível na maioria das vezes pelo contato sanguíneo, seja por transfusão de sangue contaminado ou compartilhamento de seringas e equipamentos que cortam, como alicates de unha e agulha de tatuagem, a transmissão sexual não pode ser ignorada. De acordo com o Ministério da Saúde, ainda que seja uma forma rara de transmissão, há registro na literatura médica de que a contaminação por contato sexual desprotegido pode acarretar na transmissão do vírus. A hepatite C é uma doença de ação silenciosa, que pode demorar até 20 anos para manifestar sintomas, sendo a cirrose e o câncer de fígado as piores consequências, se não houver o diagnóstico precoce.

Ellen Zita, coordenadora-geral da unidade de Direitos Humanos, Riscos e Vulnerabilidade do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, diz que mesmo em relações estáveis e monogâmicas, o portador de hepatite C, assim como qualquer outra pessoa, não pode deixar de usar preservativo nas relações sexuais.

Não podemos dizer que a hepatite C não se transmite pelo contato sexual. Não é um entendimento apenas deste departamento, mas da literatura científica sobre o assunto. Pessoas com múltiplos parceiros e com prática sexual de risco têm chances de contaminação. A determinação do departamento é de que qualquer relação sexual, mesmo as de parceiros estáveis, tem que ocorrer com uso do preservativo. No caso do planejamento familiar, a decisão do casal em ter filhos deve ser acompanhada com toda a segurança — informa Ellen.