Secretaria Municipal de Saúde






Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

Artigo Artigo XXV da Declaração Universal de Direitos Humanos



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Organizado por William H Stutz

Veterinário Sanitarista

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Saúde da Família

Equipes de Saúde da Família são ponto forte na atenção primária

Trabalhar com a prevenção é a melhor forma para evitar doenças e promover a saúde. Segundo dados do Ministério da Saúde, a atenção primária resolve até 80% desses problemas. Para isso, a população de Uberlândia conta com unidades básicas de saúde da família (UBSF) em todas as regiões do município, inclusive na zona rural. O serviço é custeado com base no regime tripartite, pela qual são investidos recursos das três esferas (município, estado e união).

As UBSF são a porta de entrada do paciente na rede municipal. Ao passo em que o poder público reforça esses equipamentos e os cidadãos passam a utilizá-los com mais frequência, o atendimento nas Unidades de Atendimento Integrado (UAIs) foca no acolhimento ambulatorial. Em média, cada equipe atende de três a quatro mil pessoas ao mês, inclusive nas residências, no caso das pessoas impossibilitadas de se deslocar até a unidade.

O vínculo mais próximo com o paciente e a facilidade na marcação de consultas são características dessas unidades. Para a autônoma Kraíne Gonzaga Martins, 20 anos, são pontos fundamentais para um bom atendimento. Ela é gestante e aguarda mais dois meses para dar à luz o primeiro filho. “Faço o pré-natal na unidade e é mais tranquilo, pois a atenção é mais próxima e a consulta não é apressada. Como é meu primeiro filho, antes eu estava com medo por não saber como cuidar. Mas os profissionais me ensinaram como amamentar, segurar a criança e os cuidados básicos”, conta a paciente que vai regularmente à UBSF do bairro Lagoinha, na zona sul da cidade.

A enfermeira coordenadora da mesma unidade, Patrícia Aparecida da Silva, explica que a marcação de consultas acontece em prazo máximo de 15 dias. A triagem é feita pelo protocolo de Manchester, método que auxilia os profissionais da saúde a classificar o risco de cada paciente por níveis de urgência e emergência. “A partir dele podemos encaminhar o paciente direto para a UAI ou então trazê-lo para uma consulta na própria UBSF. Também fazemos a busca ativa para identificar os pacientes que precisam de cuidados”, diz.

Mesmo morando perto da unidade, muitos moradores deixam para procurar atendimento apenas quando a doença se agrava. Por isso, Patrícia da Silva alerta para a necessidade do auto-cuidado. “Muitas vezes as pessoas são resistentes à prevenção. É preciso se preocupar com o auto-cuidado e procurar uma unidade antes que a situação se agrave. Aqui sempre há vagas para consulta. Ninguém fica sem atendimento”, destaca.

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