Secretaria Municipal de Saúde






Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

Artigo Artigo XXV da Declaração Universal de Direitos Humanos



Saúde, Ciência, Pesquisa, Arte, Cultura, nossa gente da SMS, e o que mais possa interessar.



Organizado por William H Stutz

Veterinário Sanitarista

whstutz@gmail.com



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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Toda Sexta


Escritor e pesquisador falará sobre o carnaval uberlandense

O escritor e jornalista Antônio Pereira da Silva será o convidado do Projeto Toda Sexta, que ocorrerá nesta sexta-feira, dia 1º de fevereiro, a partir das 20 horas, no Armazém Literário, à Rua Teixeira Santana, 54, no bairro Fundinho. O escritor participará do colóquio: “Carnaval Uberlandense e seus personagens” e autografará seu livro.

O livro de Antônio Pereira se chama: “História do Carnaval de Uberlândia” e aborda este evento cultural desde os princípios do século XIX quando ainda se brincava o Entrudo, em vez do carnaval.

No colóquio, ele fará um comparativo entre essas duas culturas.

O Projeto Toda Sexta tem como objetivo resgatar a história e a memória daqueles que fizeram e fazem cultura, em Uberlândia. Em cada edição, um convidado que pesquisa e resgata esses personagens tem a oportunidade de expor seu trabalho e conversar com o público a respeito da obra. Antônio Pereira pesquisa o carnaval há vários anos.

Antônio Pereira é autor de quatro livros sobre a história de Uberlândia e de outros sobre personagens. O Projeto Toda Sexta teve sua estréia no dia 4 de janeiro, com o jornalista e escritor Pedro Popó, autor do livro: “Dona Chiquinha – a dama do teatro uberlandense. O projeto é uma iniciativa de um grupo de escritores e artistas locais.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O trabalhador enquanto cidadão




Maria Maeno: “É preciso pensar no desenvolvimento do trabalhador enquanto cidadão”

Luciano Máximo, no Valor
De São Paulo

Nos últimos três anos, a média de gastos da Previdência Social com problemas de saúde gerados no próprio ambiente de trabalho cresceu acima das despesas com os afastamentos previdenciários gerais. O elevado número de registros de doenças mentais que podem ser associadas a um cotidiano profissional insalubre, como estresse, depressão, transtornos de ansiedade, síndrome do pânico e até dependência de drogas e álcool, é um indicativo para a expansão mais firme das despesas com os chamados benefícios acidentários — quando um trabalhador é afastado por causa de doença comprovadamente adquirida em função do emprego ou acidente sofrido durante a jornada de trabalho.

Segundo o Ministério da Previdência Social, o pagamento de benefícios de afastamentos previdenciários (por causa de doença adquirida ou acidente sofrido sem relação direta com o emprego) registrou elevação anual média de 7,5% entre 2008 e 2011, para R$ 13,47 bilhões — de janeiro a novembro de 2012, o Instituto Nacional de Segurida- de Social (INSS) desembolsou R$
13,69 bilhões com essas obrigações. Já os gastos com auxílios-doença acidentários passaram de R$ 1,51 bilhão em 2008 para R$ 2,11 bilhões em 2011, apon- tando crescimento médio anual de 12% — no acumulado de
2012, até novembro, o valor pago chega a R$ 2,02 bilhões.

Os casos de aposentadoria por invalidez (por motivações diversas) também têm crescido dois dígitos. Entre janeiro e novembro de 2012, o INSS bancou R$ 30,86 bilhões para apoiar profissionais que nunca mais poderão exercer suas atividades normalmente.

De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a jornada semanal média dos trabalhadores brasileiros não aumentou ao longo desses quatro anos, mantendo-se em 39,9 horas semanais. Para o pesquisador Eric Calderoni, doutor em psicologia social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e Columbia University, de Nova York, a rotina do trabalhador é que se tornou mais estressante.

“Sofrimento no ambiente profissional não é só ritmo e tempo, mas sobretudo organização do trabalho: ordens contraditórias, assédio, metas, questões éticas, autonomia, senso de dever bem cumprido, estabilidade no emprego, clima”, pondera Calderoni.

Os auxílios-doença, previdenciários e acidentários, concedidos a trabalhadores por causa de depressão ou transtornos depressivos recorrentes cresceram a uma média de 5% nos últimos cinco anos, superando 82 mil ocorrências anuais. Esse quadro preocupa o governo e tem mobilizado sindicatos e empresas a criar novas práticas laborais com o objetivo de evitar as chamadas doenças da modernidade.

Em resposta a questionamentos da reportagem, a área técnica do Ministério da Previdência Social reconhece que o problema “chama atenção de formuladores de políticas públicas” e informa que tem feito estudos e avaliações sobre a evolução desses números a fim de investir em processos preventivos. Para o ministério, os últimos anos desfavoráveis para a economia global e de baixo crescimento interno impactaram negativamente a saúde do trabalhador.

A médica do trabalho Maria Maeno, diretora da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), entidade ligada ao Ministério do Trabalho, concorda com a visão governamental, mas avalia que respostas de empresas e governos para enfrentar a situação são ineficazes.

“Não há política bem definida de reabilitação profissional que coloque pessoas de volta no mercado, o que explica maiores gastos com benefícios. Também não há espaços dentro das empresas para analisar a condição do trabalhador e eventualmente encaminhar o tratamento do problema ou mudá-lo de área”, diz Maeno.

Ela acrescenta ainda que há um grupo de acidentados que não consegue o benefício do INSS e acaba perdendo o emprego. O Ministério da Previdência informou que em 2013 vai reformular o Programa de Reabilitação Profissional (PRP), com a implantação de ações-piloto em diferentes setores.

Maria Maeno também pondera que o Sistema Único de Saúde (SUS), para onde vai a maior parte dos trabalhadores acidentados, e a perícia médica do INSS, responsável pelo diagnóstico que determinará o benefício previdenciário, sofrem de falta de empenho na resolução de casos. “O ideal é o SUS trabalhar de forma preventiva, cumprindo o papel de vigilante das condições de saúde no ambiente de trabalho”, sugere a médica, para quem o problema central é estrutural.

“Principalmente para minimizar transtornos mentais, Estado e capital privado não incorporaram o ser humano dentro da equação de sustentabilidade. Diante da competitividade exacerbada, falta de solidariedade — uma vez que cada um quer salvar seu emprego — e ameaças de enxugamento e demissão, é preciso pensar no desenvolvimento do trabalhador enquanto cidadão, deixar de lado a visão economicista excessiva”, opina Maria.

Ela cita o exemplo das “práticas” recentemente acordadas por empresas, sindicatos e governo para melhorar a qualidade de vida do cortador de cana: “Determinam que o trabalhador precisa se hidratar e fazer ginástica laboral. Alguém precisa me falar que eu preciso tomar água? Que fundamento científico atesta que a ginástica laboral vai diminuir a penosidade do trabalho do cortador. Não me parece algo sério”, critica a médica.

Outro setor onde as discussões sobre saúde no trabalho são bastante acaloradas é o bancário. Sindicalistas reclamam, principalmente, das cobranças por metas exageradas, constrangimentos e atitudes autoritárias de superiores e associam esses problemas ao desenvolvimento de mazelas por parte dos trabalhadores, com ênfase aos transtornos mentais, como estresse e depressão.

Walcir Previtale, secretário nacional de saúde do trabalhador da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da Central Única dos Trabalhadores (Contraf-CUT), conta que questões ligadas à saúde e às pressões psicológicas no ambiente de trabalho têm ganho cada vez mais espaço na pauta de reivindicações sindicais no setor financeiro.

Em 2012, bancários e banqueiros entraram em acordo para incluir três itens sobre saúde e segurança do trabalho no dissídio coletivo da categoria. Um deles garante antecipação salarial se o trabalhador precisar se afastar. Os outros dois sistematizam procedimentos para dar mais agilidade no encaminhamento de acidentes de trabalho.

“Leva tempo para o profissio nal receber o benefício do INSS, tem que agendar a perícia e esperar o resultado. Nesse ínterim ele continuará recebendo do banco e quando os benefícios começarem a entrar, ele devolve o valor à empresa”, explica Previtale.

Magnus Ribas, diretor de relações do trabalho da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), pondera que é “cientificamente” difícil estabelecer correlação entre doenças mentais e trabalho e que o setor bancário é o único que fornece plano de saúde para seus mais de 500 mil trabalhadores e familiares.

Segundo ele, recentemente os dez maiores bancos brasileiros criaram uma comissão para tratar da saúde laboral. O objetivo é criar 20 diretrizes para melhorar a qualidade de vida no trabalho.

Sobre o problema relacionado a pressões e constrangimentos nas agências, o executivo conta que os maiores bancos do país criaram uma espécie de “disque-denúncia”, um canal de comunicação do bancário com uma área neutra do departamento de recursos humanos ou da ouvidoria para o registro anonimamente ocorrências. De acordo com levantamento da Febraban, no primeiro semestre de 2012 foram registradas 132 denúncias de bancários.

Dependência química

Dependência química mobiliza autoridades e sociedade civil


 


A busca por mecanismos para tratar a questão da dependência química mobilizou autoridades, entidades e sociedade civil nesta terça-feira (29). As formas de tratamento de viciados em drogas foi o assunto mais abordado durante uma reunião realizada na Sala João Pedro Gustin, na Câmara de Vereadores.

A mobilizadora social Alexia Dias destacou que o vício em tóxicos é um drama social e de saúde pública que afeta milhares de dependentes e pessoas próximas ou não a eles. “O pior é que o vício não se limita a um espaço ou grupo social. Ele está disseminado em toda a sociedade e causa inúmeros transtornos. Por isso, abordamos diversos assuntos relativos ao tema, entre eles, a internação compulsória”, afirmou. Existem três tipos de internação. A compulsória é determinada pela Justiça diante do risco que o dependente representa para a sociedade e que o vício significa para sua saúde. A voluntária é feita com consentimento do usuário e avaliação médica. Já a involuntária ocorre sem o consentimento do usuário, a pedido de terceiros e mediante avaliação médica.

A secretária Antidrogas e de Defesa Social, Flávia Carvalho, destacou que a pasta que administra cuida da prevenção por meio de programas levados às escolas e grupos sociais, como a Caravana Antidrogas. “Temos muito a discutir sobre drogas. A Administração Municipal é a favor da prevenção, da informação e das pessoas não experimentarem as drogas, além da capacitação de profissionais que lidam com um grande número de pessoas e famílias”, declarou.

Nos próximos dias, será produzido um documento e um vídeo pelos organizadores da reunião que será encaminhado ao prefeito Gilmar Machado. “Essa discussão já está sendo feita no governo municipal e vamos somar esforços, pois temos consciência sobre a importância do assunto. Está em nosso programa de governo o combate ao uso de drogas por meio da educação, em consonância com o trabalho da Secretaria Antidrogas que já está sendo feito”, disse o vice-prefeito Paulo Vitiello.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Boas novas !

Cartão SUS vai ter nome social de travestis e transexuais

A novidade foi anunciada nesta segunda como parte das comemorações do Dia da Visibilidade Trans, que acontece nesta terça-feira


Foto: Karina Zambrana - ASCOM/MS

A partir de agora as travestis e transexuais terão o nome social impresso no Cartão Nacional de Saúde, no lugar do nome de batismo. Este é um reconhecimento da legítima identidade dessa população, além de uma conquista dos movimentos sociais de travestis e transexuais. Com esta ação, o Ministério da Saúde contribui para a redução do estigma, preconceito, violência e discriminação social, promovendo o acesso à saúde de todos de forma humanizada. O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira (28), durante coletiva em alusão ao Dia Nacional da Visibilidade Trans, comemorado no dia 29 de janeiro.
Durante o evento o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, ressaltou as conquistas já alcançadas pelos movimentos sociais LGBT’s. “Embora você tenha o registro no sistema dos dois nomes, agora deverá aparecer impresso apenas o nome social. Isso, sem dúvida nenhuma, é uma conquista importante. É o Estado brasileiro e a república brasileira reconhecendo o direito de que o nome social é o verdadeiro nome da pessoa e que não existe a duplicidade”, destacou.



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Dietas de detoxicação

Dietas de detoxicação hepática são enganosas

A "dieta de detoxicação hepática" é utilizada como meio para limpar o fígado de toxinas após um exagero alimentar comum nas festas de fim de ano.

Entretanto, a doutora em Nutrição Humana, Regina Maria Vilela, professora da Universidade Federal do Paraná, explica que não há comprovação científica sobre o uso de tais dietas, muitas vezes divulgadas na mídia erroneamente.

De acordo com a especialista, a maioria delas indica a ingestão de somente água por um, dois ou até três dias. Depois destes dias de dieta líquida, o consumo de somente frutas e hortaliças e, algumas chegam a sugerir até 10 dias de dieta líquida e a compra de suplementos.

Para Regina, é possível manter uma dieta saudável que preserve o fígado sem se submeter a essas dietas.

Ela sugere algumas orientações básicas que garantem uma vida mais saudável, como priorizar alimentos frescos e evitar os industrializados que contenham excesso de açúcar, sal, gordura, conservantes e corantes.

Cientistas estudam alimentação que prolonga a vida

Alimentação é uma das causas da enxaqueca

Evitar enlatados e molhos (exceto o molho de tomate simples sem conservantes) e frios processados (queijo, presunto, salames, mortadela) e manter uma boa hidratação, de preferência com água.


Fonte: http://www.portaldoconsumidor.gov.br


SENAD Combate às drogas




Recebemos de Fabiana Godoy Malaspina - Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Contaminantes Químicos - VIGIPEQ, Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental - CGVAM, Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador - DSAST

SENAD oferece curso gratuito sobre combate às drogas

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) abriu as inscrições para 10 mil vagas na 5ª edição do Curso SUPERA - “Sistema para detecção do uso abusivo e dependência de substâncias psicoativas: encaminhamento, intervenção breve, reinserção social e acompanhamento".

O curso é organizado pela secretaria, vinculada ao Ministério da Justiça (MJ), por meio da parceria com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e executado na modalidade de Educação a Distância (EaD) pelas equipes da Unidade de Dependência de Drogas (UDED) do Departamento de Psicobiologia da UNIFESP e do Departamento de Informática em Saúde (DIS).

O curso é de graça e visa capacitar dez mil profissionais da área de saúde e assistência social para um melhor atendimento e identificação dos usuários de álcool, crack e outras drogas, Com a apresentação de diferentes modelos de prevenção, intervenção e encaminhamento, a capacitação conta com a carga horária de 120 horas e tem a duração de três meses. Os estudantes que concluírem o curso receberão o certificado de extensão unitária emitida pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Os alunos receberão o material didático no endereço residencial e terão acesso às novas tecnologias de EaD, incluindo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), portal específico do curso, acompanhamento por tutores especializados e telefonia gratuita para dúvidas e orientações.

O curso é uma extensão do eixo prevenção do programa "Crack, é possível vencer", que prevê, entre outras ações, a capacitação de profissionais das áreas de saúde, assistência social, educação, justiça, segurança pública, conselheiro e lideranças comunitárias e religiosas.

As inscrições estarão abertas (somente on line) até o dia 24 de fevereiro de 2013.

Para efetuar as inscrições acesse o link:
www.supera.senad.gov.br/

As datas de início do curso serão divulgadas após o período de seleção dos alunos, os quais receberão um e-mail com o resultado da seleção.




sábado, 26 de janeiro de 2013

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O bom o mau e o feio


Tipo de colesterol quase desconhecido triplica risco de doença cardíaca

Colesterol remanescente é a causa direta da aterosclerose que resulta em doença isquêmica do coração e morte prematura

Cientistas da Universidade de Copenhagen descobriram um terceiro tipo de colesterol que pode ser a causa direta de doenças cardíacas.

A pesquisa, publicada do Journal of American College of Cardiology, sugere que o risco de doença isquêmica do coração é três vezes mais elevada em pessoas com níveis elevados do chamado colesterol 'feio'.

Embora os cientistas tenham dividido o colesterol entre bom e ruim, ninguém até hoje sabia explicar porque muitas pessoas com níveis normais de colesterol também desenvolvem as doenças cardiovasculares.

Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, 17 milhões de pessoas morrem anualmente de doenças cardiovasculares.

Colesterol remanescente

Enquanto o "colesterol ruim", ou LDL compreende lipoproteínas de densidade baixa, o "colesterol feio" é derivado das VLDL lipoproteínas de densidade muito baixa.

Ele também é conhecido como colesterol remanescente, já que é formado por partículas remanescentes de colesterol, algo parecido com uma "sobra de colesterol".

"O colesterol LDL é ruim, mas o nosso novo estudo revela que o colesterol feio do mesmo modo é a causa direta da aterosclerose que resulta em doença isquêmica do coração e morte prematura", afirma o professor Børge Nordestgaard.



Corrida de Rua


Com o objetivo de incentivar a população a praticar esportes, a Fundação Uberlandense do Turismo, Esporte e Lazer (Futel) promove neste sábado (26), às 6h30, o primeiro Circuito de Corrida de Rua deste ano. O percurso desta semana tem 19km com saída às 7h do Atacadista União e chegada no Colégio Agrícola. É importante chegar com antecedência para fazer o alongamento e aquecimento antes da corrida. Cada participante poderá fazer o percurso dentro do seu ritmo e todos poderão contar com equipes de apoio.

Além de estimular os atletas de elite, o Circuito de Corrida de Rua promovido pela Futel, além de incentivar a união entre a comunidade também tem o objetivo de incentivar os diversos corredores anônimos que treinam e usam as provas de rua como uma forma de desenvolver a saúde e qualidade de vida. O evento é gratuito e acontecerá todos os finais de semana. “O calendário anual de atividades já está pronto e a cada sábado realizaremos o evento em um trecho diferente. Convidamos a todos que praticam este esporte de forma amadora ou profissional para participar desta iniciativa”, disse o diretor geral da Futel, Zezinho Mendonça.


Serviço: Circuito de Corrida de Rua
Data: 26 de janeiro
Horário: Concentração: 6h30
Saída: 7 horas
Local: Estacionamento do Atacadista União - Rodovia Neuza Resende, km 3, s/n - Bairro Distrito Industrial

Fonte: Portal Prefeitura de Uberlândia

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Audiência Pública




No próximo dia 05 de fevereiro, às 14 horas, o Ministério Público Estadual promove, em sua sede, uma Audiência Pública para debater junto à Vigilância Sanitária Municipal e proprietários de açougue sobre disposições e procedimentos legais para a comercialização de produtos cárneos, dentro da regulamentação do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor e do Código Municipal de Saúde de Uberlândia.

“O objetivo da audiência é discutir com comerciantes as normas exigidas pela lei. Uberlândia tem aproximadamente 200 estabelecimentos neste segmento e todos devem ser informados sobre quais os critérios devem estar adequados em uma possível fiscalização”, explica o coordenador da Vigilância Sanitária, Marco Aurélio Ribeiro de Sá.

As principais irregularidades no segmento de cárneos estão relacionadas à estrutura física e refrigeração inadequada de alimentos. Produtos sem procedência, ou provenientes de abate clandestino, não foram registrados nas vistorias.

Publicações científicas

Profissional de saúde, você tem acesso gratuito a grandes publicações científicas. O Portal Saúde Baseada em Evidências é feito pra você que quer informações atualizadas com as mais importantes publicações científicas do mundo. São estudos, ferramentas, dados e muito mais, sempre à sua disposição, 24 horas por dia, pra você acessar de qualquer lugar.

Clique aqui e navegue no Portal Saúde Baseada em Evidências  aplicacao.periodicos.saude.gov.br

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Liraa

Índice de infestação pelo mosquito da dengue em Uberlândia sobe para 3,9%

Da Redação do Jornal Correio

O índice de infestação pelo mosquito transmissor da dengue em Uberlândia subiu para 3,9% no mês de janeiro, segundo dados do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (Liraa) divulgados nesta terça-feira (22) pela Secretaria Municipal de Saúde. Em outubro de 2012, data da última medição, o índice era de 1,1%. Os bairros com maior índice de infestação foram o Santa Luzia (9%), na zona sul, Santa Rosa (5,4%) e Jardim Brasília (5,3%), na zona norte e Nossa Senhora Aparecida (7%) e Martins (4,8%), na região central. Para o levantamento, o primeiro de 2013, 10.271 imóveis foram vistoriados.


Em Uberlândia, 148 casos de dengue 
foram notificados em 2013

 De acordo com a diretora da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia, Rosuita Fratari, apesar de o índice ter aumentado, o número não é preocupante, pois a quantidade de casos notificados na cidade neste ano – 148 – não ultrapassa o índice da zona de segurança. A doença também não causou nenhuma morte até o momento. Ainda segundo Rosuita Fratari, 95% dos focos foram encontrados em casas e 4%, em térreos baldios. A diretora da Vigilância em Saúde também afirmou que o Ministério da Saúde já disponibilizou ao município mais de R$ 550 mil para serem investidos em ações de saúde e de prevenção aos focos da dengue, mas que ainda não foi definido como esse dinheiro será repartido entre as ações desenvolvidas pela secretaria.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Andador não!

Pediatras fazem campanha contra o uso de andadores 

para bebês Agência Estado Pediatras explicam que bebês que usam o equipamento levam mais tempo para ficar de pé e para caminhar sem apoio A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) começou nesta segunda-feira (21) campanha contra o uso de andadores para bebês. A entidade diz que há pelo menos um caso de traumatismo para cada duas a três crianças que utilizam o andador e que em um terço destes casos as lesões são graves. Os pediatras explicam que bebês que usam o equipamento levam mais tempo para ficar de pé e para caminhar sem apoio, engatinham menos e têm resultados inferiores em testes de desenvolvimento. 

O exercício físico também é prejudicado pelo uso do andador, pois, embora ele dê mais mobilidade e velocidade, a criança precisa gastar menos energia com ele do que tentando alcançar o que lhe interessa sem ajuda. 

Um dos principais fatores de risco para traumas em crianças, de acordo com a SBP, é dar a ela mais independência do que sua idade permite. Tendo essa liberdade, a criança pode ter acesso a objetos e locais que podem provocar queimaduras, intoxicações e afogamentos. Ainda esta semana, a SBP vai se reunir com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para que os dois órgãos possam discutir a segurança do andador e as providências possíveis. 


Posse



Tomou posse na noite de ontem (21) o vice-reitor da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Eduardo Nunes Guimarães, e os diretores administrativos do Hospital de Clínicas (HC) da universidade. A cerimônia aconteceu no auditório do Campus Santa Mônica, em Uberlândia, e foi presidida pelo reitor, o professor Elmiro Santos Resende, eleito ano passado e já empossado pelo Ministro da Educaçao, em Brasília. A nova equipe administrativa do HC/UFU terá como diretor geral o doutor e professor, Miguel Tanus Jorge.

A cerimônia foi acompanhada por várias autoridades, entre elas representantes de entidades locais e agentes políticos. O vice-prefeito de Uberlândia, Paulo Vitiello, esteve presente e comentou a importância da Universidade no desenvolvimento do município e de parcerias para fortalecer o atendimento a população. "O município depende muito da universidade e do Hospital de Clínicas. Precisamos dessa união para minimizar os problemas da população", disse Paulo Vitiello.

Para o vice-reitor, Eduardo Nunes, a nova reitoria da UFU tem o compromisso de defender a autonomia da universidade e transformá-la em uma referência nacional e internacional. O reitor Elmiro Santos Resende falou da importância da universidade para a sociedade e afirmou que a instituição está aberta para fechar novas parcerias com a Prefeitura de Uberlândia em benefício da população. "Nós vamos continuar incentivando os professores, técnicos administrativos a buscar parcerias com o município", concluiu o reitor.

Fonte (texto e foto): Portal da Prefeitura de Uberlândia

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Vigilância em saúde - Zoonoses









Acessar o Caderno clicando na imagem PDF abaixo






Mal dormir

Noites mal dormidas podem deixar as pessoas menos sensiíveis às necessidades do outro lado

Foto Stock © ongap
Estudo realizado na Universidade da Califórnia, Berkeley, sugere que falta de sono pode desempenhar um papel importante no sentimento de rejeição muito comum entre casais.
A pesquisa, realizada com mais de 60 casais, com idades entre 18 a 56, descobriu que a privação de sono pode deixar os casais "cansados demais para dizer obrigado e fazer com que um ou outro parceiro se sinta rejeitado," afirma Amie Gordon, psicóloga da UC Berkeley e principal autora do estudo.
"Pouco sono pode nos tornar mais egoístas, priorizando nossas próprias necessidades sobre as do nosso parceiro", disse ela.
Os resultados do estudo, apresentados neste sábado (19) na reunião anual da Society for Personality and Social Psychologists, realizada em New Orleans (EUA), lançam uma nova luz sobre a relação emocional de casais e o sono, oferecendo evidências de que uma noite sem dormir deixa as pessoas menos sensíveis às necessidades dos seus próximos.



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Refrigerantes e depressão

Refrigerantes aumentam risco de depressão

Uma nova pesquisa sugere que bebidas doces, especialmente as diet, estão associadas ao aumento do risco de depressão em adultos, enquanto que o consumo de café leva a uma redução desse risco.

O estudo foi divulgado ontem e será apresentado em março no Congresso Anual da Academia Americana de Neurologia.

— Bebidas doces, café e chá são comumente consumidos em todo o mundo e têm importantes consequências para a saúde física e, ao que parece, até para a mental — afirmou o autor do estudo, Honglei Chen, do Instituto Nacional de Ciências da Saúde, na Carolina do Norte, e membro da Academia Americana de Neurologia (AAN).

Estudo com 264 mil participantes O estudo envolveu quase 264 mil pessoas com idades entre 50 e 71 anos (idade no início do trabalho). Entre 1995 e 1996, os cientistas mediram a quantidade de bebidas ingeridas, tais como refrigerante, chá, suco artificiais e café. Cerca de dez anos depois, os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles tinham sido diagnosticados com depressão até o ano 2000. Um total de 11.311 diagnósticos da doença foram feitos.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Não toque no bicho

Não TOQUE na área de alcance do escorpião em hipótese alguma

Secretários Municipais de Saúde

Ministério realiza acolhimento com secretários municipais de Saúde 

Os secretários municipais de Saúde de todo o Brasil estão convidados a participar, nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, de um acolhimento realizado pelo Ministério da Saúde (MS).

O evento, que acontece no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, tem o objetivo de apresentar as principais políticas e linhas de financiamento para os municípios.

Durante o evento, haverá salas de atendimento aos secretários e equipes para esclarecimento sobre os repasses, contratos e convênios já existentes entre o ministério e as administrações municipais, assim como as formas de se estabelecer novos repasses/contratos/convênios.

A programação conta com as apresentações ‘Os avanços e desafios do SUS no Brasil’; ‘Melhoria da qualidade e acesso na atenção básica’; ‘Regionalização e contrato organizativo de ação pública’ e ‘Redes de Atenção à Saúde no Brasil’.

As inscrições devem ser realizadas pelo www.saude.gov.br/secretarios2013 . A prioridade será dos secretários municipais de Saúde, que terão direito a traslado (aeroporto/hotel), hospedagem e alimentação. Demais gestores das pastas também poderão participar, mas sem as despesas pagas, a não ser que estejam representando o titular. As inscrições precisam ser confirmadas até o dia 25 – após a data, só será possível realizar a inscrição no local.

O evento é um convite do ministro da Saúde, Alexandre Padilha; do presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Antonio Carlos Figueiredo Nardi; e do presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), Wilson Alecrim.

Mais informações pelo site www.saude.gov.br/secretarios2013 ou pelo email secretarios2013@saude.gov.br

Fonte: http://www.saude.al.gov.br

Mohan

Movimento em MG reúne familiares separados por causa da hanseníase
Encontro em Uberlândia discutiu como conseguir indenização.

Segundo médica, mesmo após a cura paciente deve ser acompanhado.


Do G1 Triângulo Mineiro

(Foto: Tv Integração/Reprodução)

A busca por indenização para os filhos que foram separados dos pais com hanseníase foi um dos temas abordados neste fim de semana em Uberlândia, durante o encontro estadual do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Mohan). Os pais começaram a ser indenizados em 2007 e o movimento também luta para combater o preconceito da sociedade contra os portadores da doença.


Segundo o gestor administrativo do Mohan Nacional, Arthur Correa, a estimativa é que 40 mil filhos tenham sido separados dos pais porque eles tinham hanseníase.  "E agora a gente está em uma luta para que o Estado reconheça isso também para os filhos porque eles também foram isolados, excluídos do convívio social e dos seus próprios pais. Além disso, sofreram barbaridades diversas, como temos em depoimento. Estamos na luta, não só pela indenização porque ela não paga o sofrimento, mas para que o Estado reconheça esse erro e gere um pouco mais de qualidade na vida destas pessoas", disse.

Ainda segundo Arthur, o movimento também ajuda a unir pessoas por meio de um banco de dados e exames de DNA. "A gente cadastrou cada um e começamos a encontrar dados que semelhantes. A partir disso, fizemos os exames de DNA, batemos os resultados e encontramos muitos familiares", contou.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Bom exemplo

Em cinco anos, acupuntura pelo SUS cresce 567% em SP

São Paulo – A quantidade de aplicações de acupuntura em pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado de São Paulo cresceu 567% de 2007 a 2011, último ano com dados consolidados.  De acordo com números da Secretaria de Estado da Saúde houve, em 2011, 264,4 mil aplicações da técnica nos serviços públicos do estado, ante 39,6 mil em 2007.

“O custo da sessões não é tão elevado em relação, por exemplo, a alguns medicamentos de alto custo para dor crônica. A acupuntura acaba sendo uma técnica segura, eficaz e de custo relativamente baixo”, disse a médica fisiatra do Serviço de Reabilitação do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo,  Rebeca Boltes Cecatto.

O número de aplicações é crescente ano a ano. Em 2008 foram feitas 95,9 mil sessões de acupuntura; em 2009, 129,9 mil e, em 2010, 202,3 mil. Em 2012, a média mensal indica crescimento de 11% em relação a 2011, com a aplicação, até setembro, de 219,9 mil sessões.

“A acupuntura é muito eficaz e tem bastante respaldo na literatura médica para o tratamento da dor, assim como o vômito, distúrbios do sono e da ansiedade. O que é importante ficar claro é que a técnica auxilia no tratamento dos sintomas, mas ela não trata a doença”, disse a médica.

Pesquisa em DST, Aids e hepatite


Ministério da Saúde seleciona projetos para pesquisa em DST, Aids e hepatite
 
O Ministério da Saúde lançou edital para selecionar pesquisas em DST, Aids e hepatites virais. O edital, que contempla 23 linhas de pesquisa, prevê investimentos de R$ 4 milhões para o financiamento dos estudos. Os projetos devem escolher entre três temas: prevenção e epidemiologia; diagnóstico e desenvolvimento tecnológico; e gestão e avaliação de políticas públicas de saúde.
Metade dos recursos se destina a pesquisas voltadas para prevenção e epidemiologia. Uma das linhas de pesquisa nessa área é a aceitabilidade e a efetividade de novas tecnologias de prevenção ao HIV, como profilaxia pré-exposição sexual, circuncisão, tratamento como prevenção e microbicidas. As inscrições já estão abertas e o edital completo pode ser acessado no site do ministério.

Entre as populações-alvo dos estudos estão profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens, travestis e transgêneros. O investimento em pesquisas tem como foco, ainda, pessoas privadas de liberdade e população de rua.
“É fundamental conhecer as metodologias de intervenções locais bem-sucedidas, principalmente com foco em populações em situação de maior vulnerabilidade”, avalia o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco.

Segundo ele, o incentivo à pesquisa contribui para o aprimoramento da política brasileira de aids e hepatites virais, e para a implementação de políticas públicas de saúde. As inscrições serão recebidas até 11 de março de 2013. O resultado da seleção deve ser divulgado em 28 de março no site www.aids.gov.br.
Podem participar da seleção, instituições de ensino superior, institutos e centros de pesquisa e desenvolvimento públicos ou privados, sem fins lucrativos. Empresas públicas, organizações não governamentais e serviços de saúde que desenvolvam atividades de pesquisa, também podem concorrer ao financiamento.

Fonte: 
em Correio de Uberlândia


  

Fast food

Foto: Mikdam/Foto Stock 

Comer fast food três vezes por semana pode causar asma e eczema em crianças, de acordo com pesquisadores da Universidade de Auckland, na Austrália.
A pesquisa sugere que a má alimentação pode ser responsável por aumento dos níveis dessas condições relacionadas à alergia. Os dados indicam ainda que comer muita fruta parece ter efeito protetor contra as doenças.


Fast food muitas vezes contém altos níveis de gorduras saturados e gorduras trans, que são conhecidas por afetar a imunidade, enquanto as frutas são ricas em antioxidantes e outros compostos benéficos.
A equipe de pesquisa recolheu dados sobre hábitos alimentares e incidência de doenças em mais de 500 mil crianças de cerca de 50 países.

Os resultados mostraram que crianças no início da adolescência que comiam três ou mais porções semanais de fast food tinham um risco 39% maior de asma grave. Já as crianças com seis e sete anos de idade tinham um risco 27% maior.




Dengue

Agentes de endemia dão início ao LIRAa



Os agentes de controle de endemias da Secretaria Municipal de Saúde iniciaram nesta segunda-feira (14) o Levantamento rápido de infestação do Aedes aegypti (LIRAa). São 25 equipes distribuídas em toda cidade. Esse procedimento é feito por amostragem, em cada 100 residências 20% são visitadas. O último LIRAa do município aconteceu em outubro onde foi detectado incidência de 1%, que é considerado um grau satisfatório. De acordo com esse levantamento, foram identificados que 100% dos focos do mosquito estão nas residências, sendo 20% dentro das casas e 80% nos quintais.

Segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Rosuíta Fratari Bonito, para combater de forma eficaz a dengue é necessário a conscientização da população. “Precisamos eliminar todo o foco, qualquer utensílio jogado no quintal pode ser um reservatório de água que precisa ser eliminado. Independente do tamanho, tudo pode se tornar um criadouro, daí a importância da população em contribuir para que os índices estejam dentro do índice considerado tolerável pelo Ministério da Saúde”. O índice favorável é de até 1% dos casos; Entre 2ª a 3 % a situação é de risco. Acima de 3% é considerado alto índice de infestação de focos do Aedes aegypti.

Hoje, Uberlândia tem 17 casos notificados sendo que ainda não existe nenhum deles confirmados pela sorologia. A confirmação desses casos demora 15 dias. Para a diretora de Vigilância em Saúde, essa situação é considerada normal de acordo com o tamanho do município. “Ainda estamos em condição favorável, mas em estado de alerta, visto que temos muitos casos confirmados em municípios vizinhos”, afirma Rosuíta.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Semana Mundial de Combate e Prevenção da Hanseníase

"Conforme Agenda do Ministério da Saúde, no mês de Janeiro é comemorado a Semana Mundial de Combate e Prevenção da Hanseníase. Diante desta proposta, o Programa Municipal de Controle da Hanseníase em parceria com os Agentes de Educação em Saúde estará desenvolvendo atividades educativas nas Unidades de referência do Programa (UAI Roosevelt, UAI Tibery, UAPS Custódio Pereira, UAI Luizote) e na comunidade, do dia 21 a 25 de Janeiro de 2013, divulgando os sinais e sintomas da doença.

Também nesta semana, o Programa em parceria com o Centro de Referência Nacional em Hanseníase e Dermatologia Sanitária - CREDESH/UFU, estará capacitando os Agentes da Pastoral da Saúde de Uberlândia, divulgando os sinais e sintomas da doença."

Aparecida Helena Teixeira de Oliveira (Lena) Coordenação do Programa Municipal de Controle da Hanseníase


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Hanseníase



Encontro discute políticas públicas para o tratamento da hanseníase

Considerada um dos seis centros de referência nacional no tratamento da Hanseníase, Uberlândia sediou na manhã deste sábado (11) o Encontro Estadual de Voluntários do Morhan (Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase), no anfiteatro da Universidade Federal de Uberlândia. Com a proposta de discutir questões estatutárias e regimentais, o encontro ainda possibilitou o levantamento de questões importantes para a elaboração e inserção de políticas publicadas voltadas à hanseníase em todo o Brasil.

A criação de centros de atenções básicas para a reabilitação de pacientes que tiveram a infecção do bacilo curada é um dos pontos importantes. As sequelas decorrentes das incapacidades neurológicas provocadas pela doença podem atingir 50% dos casos em todo o Brasil. Outro ponto relevante é reforçar com os profissionais de saúde o diagnóstico da hanseníase, visto que, embora seja uma patologia antiga, ela ainda não foi eliminada. “Precisamos ter cuidado. Os estados brasileiros que consideravam já ter eliminado a hanseníase de seu território precisam estar atentos. O Rio Grande do Sul, por exemplo, pensava ter acabado com a doença e de repente ela voltou a crescer absurdamente nos últimos anos. A gente não pode relaxar. Até que tenhamos controlado a doença, como é o caso do Japão que tem cinco casos por ano, a gente tem de se esforçar muito”, contou Artur Corrêa, gestor de Projetos Sociais ligado ao Morhan.

Dor crônica

Dor crônica afeta entre 15% e 40% dos brasileiros, dependendo da região do país

Agência Brasil / Jornal Correio

O percentual médio de pessoas afetadas por algum tipo de dor crônica no Brasil varia de estado para estado, mas atinge de 15% a 40% da população. Estudos disponíveis revelam que em São Luís (MA), por exemplo, o índice de queixas de dores crônicas chega a 47%, enquanto em Salvador (BA), chega a 41% e em São Paulo, fica entre 30% e 40%. Entre a população mundial, de 20% a 30% sofrem com essas dores.



Estudo aponta que entre 15% e 40% da população brasileira – varia de acordo com cada estado – sofre de dor crônica

A informação é do vice-presidente da Sociedade Brasileira de Estudos para a Dor (SBED), Durval Campos Kraychete, que também coordena o Ambulatório da Dor da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Segundo ele, dependendo do tipo de política governamental de saúde, esses números podem aumentar ou diminuir. “Se você [adota] medidas preventivas para a dor, a tendência é diminuir. Mas se a dor continuar subestimada, em termos de avaliação e de diagnóstico, e subtratada, a tendência é aumentar”.

Kraychete disse que a média de tempo que um paciente com dor leva até procurar um ambulatório ou serviço especializado é de oito anos. “Aí, já estão bem comprometidos do ponto de vista da doença, muitas vezes com incapacidade”. Para o especialista, a implantação no Sistema Único de Saúde (SUS) dos Centros de Referência em Tratamento da Dor Crônica, criados por meio da Portaria 1.319/2002, do Ministério da Saúde, poderá contribuir para melhorar o tratamento da população brasileira afetada por vários tipos de dor crônica e reduzir esses índices. “Porque isso acaba tendo impactos econômicos enormes”, destacou.

O médico disse que estudos internacionais mostram que o impacto em termos de perdas de pessoas em plena capacidade laborativa é grande. “A gente acaba tendo gastos enormes para poder reabilitar essas pessoas – as perdas chegam a bilhões de dólares e, em geral, afetam pessoas ativas, entre 40 anos e 60 anos”.

De acordo com dados da Previdência Social, a dor de coluna responde por quase 160 mil licenças por ano. Os centros públicos poderiam reduzir bastante esse número, assegurou Durval Kraychete, “se tivesse uma avaliação adequada, um diagnóstico correto e um tratamento também condizente com a doença que o paciente apresente. Porque o que acontece é que tem muita doença de coluna que é mal diagnosticada, mal tratada e muito uso inadequado da dor de coluna na Previdência Social”.

O especialista defendeu a adoção de uma política de educação continuada, não só para a população, mas também para os profissionais de saúde, de modo a permitir abordagens e diagnóstico corretos da dor. Ele lamentou que poucas universidades do país tenham o estudo da dor nos currículos médicos. “Ou de qualquer profissional, já que a abordagem da dor crônica é multidisciplinar”. Segundo Kraychete, isso deveria valer tanto para medicina, quanto para a odontologia, a enfermagem, a fisioterapia e outras especialidades. “O desconhecimento começa, muitas vezes, no diagnóstico incorreto”.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Células-tronco

Tratamento com células-tronco restaura artérias danificadas Pesquisa pode levar ao desenvolvimento de terapias para curar tecidos humanos danificados pelo envelhecimento ou doença

Cientistas do Texas Biomedical Research Institute, nos EUA, demonstraram, pela primeira vez, que células-tronco embrionárias podem ser programadas para restaurar artérias severamente danificadas em laboratório.

Os resultados abrem portas para o desenvolvimento de terapias com células estaminais para restaurar tecidos humanos ou órgãos danificados pelo envelhecimento ou doença.

"Nós primeiro cultivamos as células-tronco em placas de petri em condições especiais para diferenciá-las em células que são precursoras dos vasos sanguíneos, e vimos que elas poderiam formar estruturas tubulares e ramificações, semelhantes às artérias e vasos", afirma o pesquisador John L. VandeBerg.

Esta descoberta deu a VandeBerg e sua equipe a confiança para fazer experimentos complexos a fim de descobrir se essas células poderiam realmente curar uma artéria danificada.

Os cientistas descobriram que as células derivadas de células-tronco embrionárias realmente podem reparar artérias danificadas de babuínos e são agentes terapêuticos promissores para reparar vasos sanguíneos danificados de seres humanos.

Leia mais ---> AQUI

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Risco de doenças

Conheça os 10 maiores fatores de risco para doenças Diabetes, tabagismo e até poluição entra na lista de problemas



Por Laura Tavares

Um conjunto de estudos recentemente publicado na revista científica The Lancet apontou que embora as pessoas estejam vivendo mais, a qualidade de vida decaiu. O principal motivo para esse quadro é a adoção de hábitos pouco saudáveis ao longo da vida e a convivência com doenças na velhice, principalmente as crônicas.

Frente a esse cenário, a pesquisa listou os 10 maiores fatores de risco para doenças. Observe que todos podem ser controlados ou evitados com medidas simples e, por isso, cada vez mais, órgãos e profissionais de saúde têm trabalhado para acabar com a mentalidade de que médicos só devem ser procurados ao sinal de problemas. "Para reduzir os gastos e melhorar a qualidade de vida da população, nada melhor do que prevenção", afirma o pneumologista Ricardo Luiz de Melo, do Hospital Universitário de Brasília.

Confira os fatores de risco ao ler o texto completo AQUI

Novos procedimentos

Governo acrescenta 11 procedimentos cirúrgicos oncológicos na tabela do SUS

Aline Leal
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Ministério da Saúde anunciou hoje (2) a inclusão de 11 procedimentos cirúrgicos oncológicos na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS). Até agora, eram 121 tipos de procedimentos nesta área. O governo vai gastar 121% a mais do que em 2011, somando R$ 380,3 milhões para cirurgias oncológicas.
Os novos procedimentos autorizados são linfadenectomia mediastinal, linfadenectomia seletiva guiada – mais conhecida como “linfonodo sentinela”, reconstrução para fonação (a tabela do SUS incluía a prótese, mas não o ato operatório da sua implantação), traqueostomia transtumoral, ressecção de pavilhão auricular, ressecção de tumor glômico, ligadura de carótida, colecistectomia, ressecção ampliada de via biliar extra-hepática, reconstrução com retalho osteomiocutâneo e timectomia.
Entre 2010 e 2012, os gastos do governo federal com assistência oncológica aumentaram 26%, passando de R$ 1,9 bilhão (em 2010) para R$ 2,4 bilhões (estimativa de 2012).
 
Edição Beto Coura

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Atenção ao prazo

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Lá vem chegando o verão!


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O sol, o calor, o clima de férias fazem  com que a gente se sinta mais à vontade, mais soltos e  despreocupados. Dessa forma, vamos listar algumas dicas para que você e sua família aproveitem o verão da melhor maneira possível.

No verão temos a mudança no humor e no espírito de aventura. Preocupamos-nos mais com o nosso visual e isso faz com que os hábitos alimentares e cotidianos mudem – come-se menos, dando preferência a saladas, legumes, enfim, alimentos mais leves e ficamos mais expostos ao sol.
A vontade de pegar aquela corzinha e de ficar mais bonitos pode trazer alguns problemas se não forem tomados cuidados especiais.
Cuidados com o sol 

O sol do verão exige mais cuidados do que o uso de protetor solar com fator adequado. Você deve se preocupar com o horário e o tempo de exposição ao sol, pois, caso contrário, você estará correndo o risco de ter alguns problemas que o sol pode  provocar, como câncer de pele, envelhecimento precoce, danos à retina e ao cristalino o que facilita o aparecimento de catarata nos olhos, etc.
Os índices de Fator de Proteção Solar (FPS) começam no fator 02 e chega ao  fator 70. Para descobrir por quanto tempo você pode tomar Sol com um determinado FPS, use essa equação:

Quantidade de minutos até a pele ficar vermelha sem o protetor solar
X
o índice de FPS =
tempo máximo de exposição ao sol




quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Controle de dengue

Foto: Beto Oliveira


Agentes de zoonoses são treinados para identificar focos do aedes aegypti

Cerca de 300 agentes de controle de zoonoses, aprovados no concurso realizado em agosto do ano passado, estão sendo treinados para trabalhar no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) em Uberlândia.

São 12 horas de treinamento dividido em duas etapas. Na primeira, os agentes aprendem os critérios de registro de imóveis e a identificação dos focos da larva do mosquito da dengue, conforme determinação do Ministério da Saúde.

No segundo momento do curso os agentes participam de aulas práticas, passam por simulações de visitas e conhecem locais mais comuns de infestação da larva do aedes aegypti.

De acordo com José Humberto Arruda, coordenador do programa municipal de combate a dengue, os agentes darão continuidade ao mapeamento na cidade, procedimento que acontece todo ano. Com o resultado dessa pesquisa o CCZ prepara as ações de combate a dengue.

O mapeamento vai determinar, por exemplo, qual o bairro de maior infestação e o tipo de foco mais comum nos terrenos, setor comercial ou residências. “É importante esse treinamento dos agentes, faz parte do planejamento deste ano e tornou necessidade para preparar os agentes. Ao longo do trabalho vamos aperfeiçoando o treinamento para dar melhor resposta à sociedade”, conclui José Humberto Arruda.

O trabalho de controle para tratar focos e orientação junto a comunidade acontece o ano inteiro em 6 ciclos de visitas. Em período de chuva ( outubro a março) são identificados cerca de 280 focos por dia. Em janeiro as visitas serão intensificadas na região da Avenida Monsenhor Eduardo, onde vai acontecer o desfile de carnaval.

Fonte: Portal da Prefeitura de Uberlândia

HIV e tratamento

Brasil precisa dobrar número de pacientes com aids tratados
Hoje, no Brasil, cerca de 250 mil portadores do HIV, vírus causador da aids, recebem gratuitamente do Sistema Único de Saúde (SUS) os medicamentos antirretrovirais para o tratamento da doença. Entretanto, o especialista em saúde pública Mario Scheffer, professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), defende no livro Coquetel: a incrível história dos antirretrovirais e do tratamento da aids no Brasil que o país deve duplicar o número de pacientes tratados e ampliar o acesso aos testes de detecção do HIV, para permitir o diagnóstico e tratamento precoce da doença e reduzir a proliferação do vírus.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Obesidade

Cerca de 60% das pessoas que se alimentam fora de casa sofrem com obesidade


Pesquisa da USP mapeou situação de paulistanos que fazem ao menos uma das três principais refeições fora do lar

Foto: Free Images Collection
 Aproximadamente 60% dos paulistanos que se alimentam fora de casa sofrem com problemas relacionados ao sobrepeso, é o que aponta o estudo Alimentação fora do lar e sua relação com a qualidade da dieta dos moradores do município de São Paulo: estudo ISA-Capital. A pesquisa, desenvolvida na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, foi objeto da dissertação de mestrado da nutricionista Bartira Mendes Gorgulho e faz parte de uma parceria de professores da FSP com a Secretaria Municipal de Saúde para a produção do Inquérito de Saúde do município de São Paulo.

Bartira procurou mapear a situação da alimentação fora do lar, e gerar estatísticas sobre a quantidade de pessoas que fazem ao menos uma das três principais refeições (café da manhã, almoço e jantar) fora de casa, quais as diferenças qualitativas entre comer dentro e fora do lar e que tipo de alimento é consumido em ambientes externos as residências. A coleta de dados durou um ano, e se deu por meio de 834 entrevistas realizadas em domicílios por toda a cidade, a fim de garantir a representatividade de todas as regiões. Além de colher informações sobre hábitos de vida em geral e condições sociais, as perguntas procuravam saber o quê e onde as pessoas realizaram suas refeições nas ultimas 24 horas.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Escorpiões

O meio ambiente tem você no meio.


Críticas ao SUS

Mais de 10 milhões de usuários recebem cartas para críticas ao SUS

Iniciativa visa melhorar o atendimento e ampliar a transparência do SUS, bem como averiguar irregularidades e denúncias

Em um ano, o Ministério da Saúde já enviou 10,1 milhões de cartas para que os usuários do Sistema Único de Saúde possam avaliar o atendimento e os serviços prestados nos hospitais da rede pública e nas unidades conveniadas. Nela, os usuários podem fazer críticas, elogios e sugestões de melhorias. A ideia é aprimorar os mecanismos de comunicação direta com o cidadão para melhorar o atendimento e ampliar a transparência do SUS, servindo de controle contra o desperdício de recursos.

Em caso de possíveis irregularidades, são desencadeados processos de auditoria para averiguar se houve desvio de recursos ou má aplicação de verba pública. Todas as manifestações registradas são categorizadas e encaminhadas para instâncias governamentais, nas três esferas de governo. Porém, há necessidade que seja respondida pelo correio, sem custo, pelo número 136 - por meio de telefones fixos, públicos ou celulares, de qualquer local do país - ou ainda pela Internet (www.saude.gov.br/ouvidoria). Assim, a Ouvidoria pode tomar conhecimento da denúncia e alertar os responsáveis para que tomem as providências cabíveis.