Secretaria Municipal de Saúde






Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

Artigo Artigo XXV da Declaração Universal de Direitos Humanos



Saúde, Ciência, Pesquisa, Arte, Cultura, nossa gente da SMS, e o que mais possa interessar.



Organizado por William H Stutz

Veterinário Sanitarista

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Decifrando os segredos da genética

Decifrando os segredos da genética

Por Claudia Izique

Agência FAPESP – Doenças genéticas atingem entre 2% e 3% das crianças nascidas de pais sadios. Um “erro” em um único gene, mutações inesperadas ou genes que, de acordo com o ambiente, aumentam nossa predisposição a doenças complexas podem resultar em mais de 20 mil condições como distrofias musculares, mal de Parkinson, Alzheimer, cardiopatias, autismo, nanismo, entre outras.

O Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células Tronco (HUG-CELL, da sigla em inglês), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP, já identificou mais de uma dúzia de genes responsáveis por algumas dessas doenças, desenvolveu testes para 45 delas e, por meio de aconselhamento genético, permite que milhares de famílias planejem a sua prole.

Essa trajetória de pesquisa e de atendimento à população começou há pouco mais de dez anos, quando a investigação do mecanismo genético desencadeador de doenças exigia, além de muita pesquisa, uma certa dose de sorte: identificada uma família com pelo menos seis indivíduos afetados, os pesquisadores extraíam o DNA – molécula com cerca de 2 metros de comprimento e 2 nanômetros de espessura – de células de cada uma dessas pessoas, separavam-no em pedaços por meio de eletroforese, transportavam esses pedaços para filmes fotográficos e imprimiam os fragmentos em acetato antes de, meio às cegas, iniciar a investigação de seus milhões de pares de base.


http://agencia.fapesp.br/18244

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Intervenção educativa

Intervenção educativa melhora qualidade de vida de pacientes crônicos

Por Karina Toledo, de Raleigh

Graças a um modelo de intervenção educativa que alia orientação por meio de material didático, atendimentos presenciais e seguimento por telefone, um grupo de pesquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), tem conseguido melhorar o estado de saúde de pacientes com condições crônicas.

Os resultados da pesquisa, realizada no âmbito de um Projeto Temático FAPESP coordenado pela professora Lídia Aparecida Rossi, foram apresentados na última terça-feira (12/11), na cidade norte-americana de Raleigh, durante a programação da FAPESP Week North Carolina.

“Com o envelhecimento populacional, o número de pessoas com condições crônicas – decorrentes de doenças ou traumas físicos que requerem cuidados permanentes por longos períodos – tende a aumentar. Por esse motivo, o seguimento adequado dessas pessoas tem sido uma preocupação crescente na área de enfermagem em todo o mundo”, contou Rossi.

Diversas enfermidades podem ser classificadas como condições crônicas, entre elas Parkinson, Alzheimer, diabetes e doenças cardiovasculares. Em Ribeirão Preto, pessoas com cardiopatia e vítimas de queimaduras graves estão sendo acompanhadas pelo Grupo de Investigação em Reabilitação e Qualidade de Vida, coordenado por Rossi e pela professora Rosana Spadoti Dantas.

O trabalho conta com a participação de uma equipe da Faculdade de Enfermagem da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), liderada pela professora Roberta Cunha Matheus Rodrigues, e com a colaboração das pesquisadoras Marcia Ciol e Jeanne Hoffman, ambas da University of Washington, nos Estados Unidos.

http://agencia.fapesp.br/18223

Proibido

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Diabetes não foi diagnosticada


Metade das pessoas com diabetes não foi diagnosticada

Das grandes capitais aos pequenos municípios do país, a diabetes é uma das principais causas de mortes decorrentes de problemas que envolvem o sistema cardiovascular. No Brasil, em 2010, mais pessoas morreram por complicações causadas pela doença do que vítimas de acidentes de trânsito. Em Uberlândia, 12.426 diabéticos estão cadastrados no sistema nacional SIS Hiperdia, do Ministério da Saúde. Mas a estimativa é de que o número seja maior, uma vez que metade das pessoas que têm a doença ainda não foi diagnosticada.

A fim de conscientizar a população e promover o tratamento desses pacientes, a Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia, por meio do Programa Municipal de Hipertensão e Diabetes, promove, nesta semana, ações com o tema “Diabetes: Proteja o nosso futuro”. O objetivo é alertar as pessoas que por meio de hábitos saudáveis (prática de exercícios físicos e alimentação balanceada) é possível mudar o curso da doença.

Nesta quinta-feira (14), Dia Mundial do Diabetes, a Secretaria de Saúde promove uma caminhada no Parque do Sabiá. Além de atividade física, serão feitos testes glicêmicos e verificação da pressão arterial, bem como ações educativas sobre o assunto. “O diagnóstico precoce da doença, o tratamento adequado e o acompanhamento constante dos índices glicêmicos é o modo de evitar complicações como lesões na retina, infarto, insuficiência renal e amputações. Por isso, nos preocupamos com a divulgação de informações sobre a doença”, afirma Almir Fontes, secretário municipal de Saúde.

Além da ação de conscientização, a prefeitura oferece tratamento e acompanhamento médico nas unidades de saúde e no Centro Municipal de Atendimento aos Diabéticos. Os pacientes têm acesso gratuito aos medicamentos mediante receita nas unidades de saúde ou nas farmácias conveniadas ao programa Farmácia Popular.

Uberlândia conta com Ambulatório do Pé Diabético

Com o objetivo de adotar medidas preventivas e terapêuticas, também foi implantado em Uberlândia o Ambulatório do Pé Diabético. “É comum o paciente com diabetes perder a sensibilidade dos pés, feri-los e não perceber, favorecendo o surgimento de úlceras nos membros inferiores. Se não tratado, pode ser necessária a amputação”, explica Maria Luiza Mendonça, coordenadora do Programa de Hipertensões e Diabetes.

O ambulatório conta com uma equipe multidisciplinar nas áreas e realiza avaliação, consultas médicas, curativos e encaminhamento para palmilhas e calçados especiais, bem como para cirurgias e exames especializados. Além da avaliação médica dos pés, é importante manter as taxas de glicemia controladas para evitar problemas maiores em decorrência da doença.

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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Excesso de iodo

Excesso de iodo na gestação e lactação pode causar hipotireoidismo na prole


Por Karina Toledo

Um experimento feito com ratas na Universidade de São Paulo (USP) mostrou que o consumo excessivo de iodo durante o período de gestação e lactação pode tornar a prole mais propensa a sofrer de hipotireoidismo na vida adulta.

O trabalho faz parte do projeto de pós-doutorado de Caroline Serrano do Nascimento, realizado com Bolsa da FAPESP e supervisão da professora Maria Tereza Nunes, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB-USP).

“Os efeitos deletérios do excesso agudo e crônico de iodo no organismo já estão descritos na literatura. Agora, estamos observando que esse elemento desencadeia também mecanismos epigenéticos, ou seja, o consumo excessivo desse elemento pela mãe durante a gestação e lactação gera consequências no desenvolvimento fetal e, aparentemente, programa o organismo do filhote para ficar mais suscetível ao desenvolvimento de hipotireoidismo durante a vida adulta”, comentou Nascimento.

O iodo é um micronutriente essencial para o homem e demais mamíferos, pois é usado na síntese dos hormônios tireoidianos T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). Além de regular o metabolismo, esses hormônios são importantes para o funcionamento adequado de praticamente todos os órgãos.

Já há muitas décadas se sabe que a deficiência desse mineral pode causar bócio, ou seja, um aumento no volume da glândula tireoide que prejudica seu funcionamento. Sabe-se também que a falta de iodo durante a gestação pode levar a danos cerebrais em crianças, uma vez que os hormônios tireoidianos desempenham um papel extremamente importante no desenvolvimento do sistema nervoso central. Por essa razão, no Brasil, tornou-se obrigatória na década de 1950 a adição de iodo no sal de cozinha.


http://agencia.fapesp.br/18191

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Crítica literária

Pelos caminhos da crítica literária
Por Samuel Antenor


Agência FAPESP – Não há crítica sem juízo e, se não houver juízo, o que resta é apenas comentário. A frase é da crítica literária Leyla Perrone-Moisés, professora emérita da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP), que participou na segunda-feira (04/11) de um café literário promovido pela Fundação Bunge, em parceria com a FAPESP, na Casa das Rosas, em São Paulo.

Perrone-Moisés foi uma das vencedoras da 58ª edição do Prêmio Fundação Bunge na categoria Vida e Obra, ao lado do escritor catarinense Alexandre Nodari, ganhador do 34º Prêmio Fundação Bunge Juventude.

Em sua apresentação, a professora falou sobre os diferentes contextos literários e sobre como esses contextos influenciam a crítica tanto na academia quanto nos jornais e revistas – forma pela qual os leitores das obras têm acesso às análises dos especialistas. “A crítica literária tem validade, não tem verdade”, afirmou, citando o crítico e linguista francês Roland Barthes (1915-1980), a quem considera um de seus mestres em sua área de atuação, ao lado do professor Antônio Cândido e do poeta Haroldo de Campos (1929-2003).

Autora de livros como O Novo Romance francês (1966), Falência da crítica (1973) e Vinte Luas (1992), com o qual venceu o Prêmio Jabuti em 1993 na categoria Estudos Literários (Ensaio), Perrone-Moisés conviveu com Cândido e Campos, em São Paulo, e com Barthes, em Paris, nos anos 1950, quando iniciou sua trajetória profissional.

A mesa-redonda na Casa das Rosas foi coordenada pelo poeta e crítico literário Frederico Barbosa, diretor do centro cultural voltado à divulgação da literatura e da poesia. O casarão construído por Ramos de Azevedo na Avenida Paulista, no início do século 20, abriga o Centro de Referência Haroldo de Campos, com um acervo de 20 mil livros da biblioteca do poeta concretista.


http://agencia.fapesp.br/18178

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

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