Secretaria Municipal de Saúde






Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

Artigo Artigo XXV da Declaração Universal de Direitos Humanos



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Organizado por William H Stutz

Veterinário Sanitarista

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terça-feira, 22 de abril de 2014

Vacinação contra gripe


Vacinação: com a nova regra do Ministério da Saúde, crianças entre 6 meses e 5 anos 
incompletos poderão ser imunizadas  (Foto: Arquivo/Agência Brasil)


Vacinação contra gripe começa nesta terça-feira e inclui maior número de crianças

Agência Brasil


Começa nesta terça-feira (22) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Este ano, a imunização deve atingir mais crianças do que em anos anteriores, já que a faixa etária definida pelo Ministério da Saúde foi ampliada. Com a nova regra, crianças de 6 meses a menos de 5 anos poderão ser vacinadas. No ano passado, apenas crianças com até 2 anos podiam receber a vacina.

Representantes do governo acreditam que a ampliação dessa faixa etária vai beneficiar tanto as crianças quanto outros grupos vulneráveis, como menores de 6 meses de idade que ainda são amamentados, idosos e pessoas com doenças crônicas.

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sexta-feira, 11 de abril de 2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Fiocruz alerta: Vírus chikungunya

O mosquito Aedes aegypti, o transmissor da dengue,
 também transmite a chikungunya. Foto: Divulgação / USDA


A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu, nesta terça-feira, um alerta para a possibilidade de o vírus chikungunya se espalhar pelo Brasil e por outros países da América, após causar epidemias na Ásia, África, Europa e Caribe. A doença tem sintomas parecidos com a dengue e também é transmitida pelo Aedes aegypti. Um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur revela que, em cidades populosas como o Rio de Janeiro, onde há grande infestação do mosquito, por exemplo, o risco de disseminação da virose é muito grande.

Segundo o pesquisador do IOC e coordenador do estudo, Ricardo Lourenço, a preocupação aumentou no continente americano após a identificação de um caso suspeito de chikungunya na ilha de Saint Martin, no Caribe, em dezembro do ano passado. Casos no Brasil já foram registrados, mas todos importados de outros países. “Desde 2004, o vírus vem se alastrando pelo mundo e já houve registro de casos importados no Brasil, envolvendo pessoas que viajaram para outros países. A transmissão em solo brasileiro ainda não ocorreu, mas a pesquisa recém concluída revela que há um risco real e é preciso agir para evitar uma epidemia grave, uma vez que os mosquitos transmissores são os mesmos da dengue”, alerta Lourenço.

Além do Aedes aegypti, outro mosquito da mesma família, o Aedes albopictus também é capaz de transmitir o vírus da chikungunya. Em uma pesquisa com mosquitos desse tipo encontrados no Rio de Janeiro, foi constatado que 97% deles conseguem realizar a transmissão após picar alguém contaminado. O estudo constatou que o inseto é capaz de realizar esse processo apenas dois dias depois de ser infectado.

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