Secretaria Municipal de Saúde






Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

Artigo Artigo XXV da Declaração Universal de Direitos Humanos



Saúde, Ciência, Pesquisa, Arte, Cultura, nossa gente da SMS, e o que mais possa interessar.



Organizado por William H Stutz

Veterinário Sanitarista

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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Contra Dengue na cidade

Quem quer mesmo,  cria !




Do G1 São Carlos e Araraquara

Uma parceria entre a iniciativa privada e as três universidades públicas de São Carlos (USP, Unesp e UFSCar) lançou uma nova versão de um game que conscientiza sobre o combate à dengue. O jogo “Contra Dengue 2 na Cidade", que está disponível na internet e já teve mais de 50 mil acessos, tem o objetivo de mostrar para 30 mil alunos de sete cidades da região os riscos da doença e as formas de eliminar os criadouros do mosquito transmissor.
A iniciativa do grupo Ludo Educativo transformou o Aedes Aegypti no vilão do jogo, que vive colocando ovinhos. A personagem principal do game é Sofia, que tem a missão de evitar que ele se multiplique. Ela coloca areia nos vasos, cobre pneus com lona e tenta eliminar o inseto.
“É uma diversão para as crianças. Elas querem chegar até o final, querem entender a dinâmica do jogo e, com isso, entendem como combater a dengue”, explicou o coordenador de desenvolvimento de jogos, Alexandre Rosenfeld.

Estratégia

Para o professor e diretor do Centro de Materiais Funcionais da Unesp, Elson Longo, essa é uma estratégia para levar a orientação  para dentro de casa. “As crianças têm uma influência muito grande no lar. Então elas vão conscientizar os pais da importância da limpeza”, afirmou.
A ideia é estimular o jogo nas escolas da região. “A gente pretende chegar no objetivo final, que é realmente eliminar o mosquito da dengue e praticar esses bons hábitos nas nossas casas. Toda essa tecnologia vem somar com o nosso objetivo”, destacou a diretora regional de ensino, Débora Gonzalez Costa Blanco.
O estudante Lucas Vítor Dias aprovou o jogo . “É muito interessante porque une o que o jovem gosta de fazer, que é usar o computador, com o aprendizado, que seria conscientizar a prevenir o mosquito da dengue”, opinou.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2014/06/jogo-online-quer-conscientizar-30-mil-estudantes-sobre-o-combate-dengue-sao-carlos.html

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Escorpiões que salvam vidas

"Pequeno" lote de 548 escorpiões seguem viagem neste instante, 10:38 de 13 de junho de 2014 rumo a Belo Horizonte. Missão: produção de soro antiveneno. Nosso Laboratório de Animais Peçonhentos se consolida como o maior fornecedor de escorpiões de Minas Gerais com este nobre objetivo. Palavras do Chefe do Serviço de Animais Peçonhentos, Divisão de Produção Animal da FUNED, Rômulo Antônio Righi de Toledo

Imagem apenas do "primeiro andar" da caixa de transporte, são três andares e o "térreo".

Fotos: William H stutz





terça-feira, 10 de junho de 2014

"A malária já não é uma doença negligenciada"

"A malária já não é uma doença negligenciada"
10/06/2014

Por Karina Toledo

Luiz Hildebrando Pereira da Silva
 (foto:Juca Martins/FAPESP)

Agência FAPESP – Referência mundial no estudo de doenças tropicais, o parasitologista Luiz Hildebrando Pereira da Silva foi homenageado com o Prêmio Fundação Conrado Wessel (FCW), um dos mais tradicionais da área de ciência no Brasil.

Ao lado de José Rodrigues Coura (do Laboratório de Doenças Parasitárias do Instituto Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro), eleito na categoria Medicina, e de Niède Guidon (da Fundação Museu do Homem Americano, no Piauí), escolhida na categoria Cultura, Hildebrando foi selecionado para o prêmio na categoria Ciência, entre 400 personalidades brasileiras que se destacam em suas respectivas áreas de atuação. As indicações foram feitas por instituições de ensino e pesquisa de todo o Brasil a convite da FCW.

Os homenageados foram escolhidos pelo conjunto de suas obras e por desenvolverem trabalhos de caráter social. A cerimônia de entrega da 12ª edição do Prêmio FCW de Ciência, Cultura e Medicina foi realizada na Sala São Paulo, na capital paulista, na segunda-feira (09/06).

Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP) em 1953, Hildebrando foi diretor das unidades de Diferenciação Celular e de Parasitologia Experimental do Instituto Pasteur, em Paris. Após algumas tentativas frustradas de voltar a trabalhar no Brasil durante a ditadura militar, retornou ao país em 1998, após 32 anos de exílio, e fixou residência em Porto Velho (RO), onde ajudou a montar um grupo de pesquisa que vem alcançando resultados promissores no combate à malária.

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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Deu pódio














Foto David Rotelli

Lá estava eu em tranquilo, sabadão preguiçoso, cuidando da vida, das plantas, olhando canto de passarinho e recontado ninhos sabidos. Como a manhã mal se fazia anunciar, fui para rápido treino de tiro, não nada de arma, tiro de corrida, velocidade máxima em tempo marcado.

Dei-me por satisfeito. Podia começar almoço, tomar uma cervejinha sem culpa e aproveitar a melhor parte da semana, o fim dela. Bobagem isso, todo dia pode ser bom, vai da gente.
Lá pelas tantas, recebo telefone de amigo e companheiro de muitas e boas corridas de rua. Junto com Maria do Carmo, sua esposa, e Luiz Mauro compadre, formarmos um quarteto e tanto, pelas ruas de várias cidades, a correr pelo correr. Quarteto fantástico ou fanático? Simples prazer de testar limites. Nada de competição além daquela de tentar baixar tempo, e claro, participar e sorver a gigantesca quantidade de energia boa que rola em tais eventos. Revigorante.

“Tem corrida amanhã em Monte Carmelo. Só tem 10 km, vamos?”
Sair daqui para correr 10 km?" Sei não… Mas pensando bem, seria um passeio diferente, bora.
“Combinado! Passo aí lá pelas seis da manhã. Beleza?”

Passado um pouco, pensei no baita programa de índio que tinha arrumado. Quer saber, vai ser divertido. Vamos nessa. Sair com esse trio é sempre garantia de boas risadas. Ainda não sabia que Maria e Luiz Mauro não iriam. Relógio para despertar às cinco, levantei num escuro e num frio que há tempos não sentia.
Um relógio a despertar não. Como uso dois celulares, todos os programas de despertar estavam habilitados. Um toca às cinco. Cinco e trinta despertou outro. Às seis, um terceiro. Às sete, já no carro e a caminho de nossa aventura, disparou o do relógio de pulso. “Pra que tanto despertador em horas diferentes?”, perguntou David. Ia tentar explicar, mas a verdade é que nem eu sabia.
Viagem curta e tranquila, e lá estávamos nós entrando em uma cidade adormecida, ninguém pelas ruas. Custamos a encontrar alguém para nos indicar o local da prova.

Depois de um pouco mais rodar, chegamos. O clima contagiante de começo de prova estava no ar. O que, ou melhor, quem vimos nos assustou um pouco. Só tinha fera, gente conhecida de outras tantas, atletas de ponta. Povo ligeiro, super treinado. David matou a charada: tinha prêmios, e bons, em dinheiro. Aí, os feras vão mesmo. E eles estão certíssimos, são bons e sabem o valor que têm.
Já na largada deu para sentir o nível dos caras. Sumiu todo mundo! Lá fui eu na minha toada de sempre, quase em tour por Monte Carmelo, um sobe-desce sem fim. Fiquei literalmente na poeira. Fui incentivado pelas pessoas durante todo o percurso. Crianças corriam comigo para dar força: “Vai moço, você consegue!”.

E consegui! Uma hora e três minutos em meu cronômetro ou cinquenta e oito minutos na medição da organização. Cruzei a linha de chegada! Último dentre todos. Realizado e feliz.
E para coroar o divertido esforço, ainda fiquei em quarto lugar na categoria dos cabeças grisalhas. Último sim, mas quarto e com medalha. Valeu o domingo, valeu a diversão, valeu o almoço da quermesse à base de frango caipira, coisa de vó e de sogra, coisas da roça.
Ano que vem, estou de volta e, desta vez, espero, com quarteto completo.
Lembrando dos despertadores dos celulares e do relógio, desabilitei todos. Minto, ficou só o das cinco e trinta.





Publicado em Jornal Correio em 05 de junho de 2014


https://drive.google.com/file/d/0B3a7BJIdLwOhaElWa3c2a1RTWjQ/edit?usp=sharing