Secretaria Municipal de Saúde






Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

Artigo Artigo XXV da Declaração Universal de Direitos Humanos



Saúde, Ciência, Pesquisa, Arte, Cultura, nossa gente da SMS, e o que mais possa interessar.



Organizado por William H Stutz

Veterinário Sanitarista

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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Boi boi



Passou a noite na macega a campear bezerro sobre ano fujão. Como havia emprenhado muito mato adentro o anoitecer o abraçou sem que percebesse. Podia culpar o horário de verão, mas este, ali, não fazia a menor diferença. Nem relógio usava! Galo cantou, pulava da cama para as obrigações da roça. Trato para galinhas e porcos no mangueiro que era um mundo. Apartar bezerro, tirar leite, colocar latão na porteira. Só então tinha tempo para um café forte coado. Deu fome? Merenda. Arroz, feijão com toucinho, um ou dois ovos fritos de gema amarelo ouro, mole por cima. Um suco de tamarindo.

A pasta ainda era do ano passado. Deu sono? Cochilava onde dava. No paiol, na rede da varanda ou até sobre o arreio de cavalo a campear. Horário de verão? Existia isso não. Dormia e acordava com as galinhas, literalmente.

Hora ou outra dava nisso, bezerro fujão, javali empurrado para cerrado atentando suas marrãs no cio, raposa no galinheiro, o obrigava a contragosto, diga-se de passagem, a montar guarita com sua velha flober. Às vezes, dava sorte e comia um javaporco ou mesmo um bruto puro javali na bala. A Florestal permitia. O bicho era invasor, a espalhar-se na velocidade de vôo de falcão-peregrino que, visitante, vem fugindo do frio lá do norte. Carne na lata por muito tempo. Fartura. Raposa não matava não, mas atirava perto para passar susto e ver se não voltava. Dava um tempo, porém, sumido o medo e apertando fome, voltava sorrateira.

E assim, perdido em pensamentos e uma ponta de raiva por conta do sono, abriu o amanhecer no meio do nada. Perdeu a batida do garrotinho. Deu conta de que estava perto da casa do compadre Belarmino. Tocou pra lá.

Encontrou o amigo tirando leite no curral. O sereno da manhã teimava em transformar-se em chuva fininha e fria.

— Dia compadre, andando cedo? — Pois então compadre, correndo batida de boi fujão, noite toda e nada.
 — Passa pra dentro do curral, acabando aqui vamos tomar um café. Você está com cara de cansado. — Não é pra menos compadre, mas fico de cá mesmo. 
— Ara, passa pra dentro do curral homem! 
— Passo não. Se eu pisar aí esse boi me pega. Conheço bem ele. 
— Pega nada sô! Pula pra dentro! — Não compadre, esse danado já correu comigo. Se eu entrar é cabeçada certa.

— O que é isso homem, medo de boi? Tô te estranhando. Aí era demais. Não podia nem fingir medo. Bateu a botina na primeira tábua do curral e fincou os dois pés na lama de dentro.

Foi nada não. Mal sentiu o baque do corpo no chão, o boi de olhos bem abertos, como quem quer mesmo, veio com tudo pra cima dele, que ligeiro negaceou. O bicho foi lá adiante, virou nos cascos e investiu outra vez. Ele negou de lado, já jogando o chapéu na cara do desalmado.

Agora nem se afastou. Só virou o corpo e levou a cabeça do filho do cão à força, que fez vento pertinho dos fundilhos do moço. Deu de banda mais uma vez. A lama espalhava pra todo lado, a cada repicada de casco no chão.

Ligeiro passou, deu volta no corpo, rodopiou em salto único e caiu de lá do curral.

Sem fôlego, agachado com mãos apoiadas sobre as pernas, mal conseguiu sussurrar: — Falei, num falei compadre, que esse excomungado ia me pegar?

—Uai, compadre e pegou?






Jornal Correio em 6 de novembro de 2016

Bichos de verão




Chega a hora e não tem quem segure. O ciclo da vida raramente pode ser interrompido, quando não há interferência humana. O entardecer veio em pintura. Tantos tentaram reproduzir, um ou outro mestre na genialidade na lida com pincéis conseguiu. A maioria falha até em foto. A beleza ali é única, perfeita, imexível. Magri criou, ficou. A língua viva permite. Se fosse um poeta ninguém notaria ou então elogiaria sua “criatividade”. Como foi político, sindicalistas caíram de pau. Gosto de inventar palavras.

O imexível pôr do sol se faz. As primeiras luzes vão se acendendo na calmaria. Pronto, é o sinal. Brotam da terra aos milhares, em um balé confusamente sincronizado no chão e se atiram ao ar. As luzes as atraem e ali rodopiam até cansar. Ao pé de cada poste, um sapo, às vezes, dois. Calmamente, em banquete glutão, empacham-se e ficam mais redondos. Morcegos velozes/felizes soltam gritos de um alegre caçar fartura. É tempo de nascimento de filhotes. Estes virão fortes por mães bem alimentadas. A revoada tem que ser grande, poucos se salvarão. Assim se faz o enredo da vivência.

Nas casas, luzes amarelo fraco transformam o chão e parede em algo possuído. Movimentam-se como se vida tivessem. Hora da farra das Taruíras. Nossas lagartixas exibem barriga imensa de tanto festar. O aviso foi dado, vai chover. Aleluias aprenderam a ler o tempo. Carecendo voar, agora arrumam par para criar família. Não adianta brigar, jogar veneno. O máximo a fazer é desligar luz, aprender a ler os bichos, seus sinais, seus vôos, seus pios, seu andar, seu voar.

Ao amanhecer restarão milhares de asas e pequenos corpos espalhados por toda casa. As formigas, antes do sol se mostrar tímido, entre nuvens, em correria, se apressarão em carregar o máximo do espólio daquela batalha de sobrevivência. A nós cabe tentar varrer os restos. Missão ingrata, asas voam por sobre nós e pousam sem corpos logo ali. Bom seria um aspirador. Pano molhado, balde e muito torcer. Amanhã tem mais.

Estranho, por essas bandas as gentes quase todos, odeiam mandarovás e pouco tempo se tem de apreciar a beleza azul das borboletas imensas, em seu bater de asas silencioso e coreografado em que se transformarão. Esquecem das podas naturais que fazem. Cortam árvores em desverdejamento constante, inquietam a vida, a harmonia em prol de estética ou puro desprezo pelos viventes. Conhecer jeito dos bichos para controlar os das doenças sem matar as nossas borboletas, difícil não farão.

Folhas que abrigam ninhos tombam em tristeza. Mais uma mãe perdeu as crias. Temos abelhas e joaninhas de menos, disse uma amiga virtual que atende pelo delicado nome de Passarinho.
Aleluias. A prometida chuva derrama a cântaros. O ciclo se fecha mais uma vez. Pergunte aos bichos se sabem de horário de verão? As andorinhas migratórias abrem o verão. Uma só? Milhares. No velho mundo adoradas, aqui odiadas, “sujam” muito.

Pare um dia. Observe a chegada delas e a sincronia de um voar. O belo nos foi dado, basta querer ver. Hoje deve chover. Agradeça a sorte de poder se molhar. Aproveite o dia.






segunda-feira, 25 de abril de 2016

Gatos




Gato é um bicho interessante. É que nem pequi, jiló ou dobradinha. Não tem meio termo, pois ou você gosta ou não quer nem vê-lo por perto. Bom, tem sim, já que existem pessoas como eu que conseguem admirar a beleza, a elegância e a independência felina. As variações de pelagens infinitas, as três cores das fêmeas. Se você não sabia, conto. Apenas as fêmeas possuem pelagem tricolor, herança ligada ao sexo em bom genetiquês.

E os olhos? Quanta beleza, profundidade e sensualidade. Não é à toa que mulher bonita é chamada de gata. Pode ser, por motivo outro, ligado ao fogo. Quem não ouviu ou usou a expressão “fogosa que nem gata no cio”?

A relação humanos/gatos é milenar. O bichano já foi adorado como um deus pelos egípcios. Aqui abro espaço para um pouco de cultura inútil, daquelas informações que você jamais vai usar na vida (mas vai que…): “Bastet, a deusa egípcia da fertilidade e do amor materno, era comumente representada por uma mulher com cabeça de gato”. Mas, aí, lá pela bandas da idade média os cristãos resolvem endemonizar o pobre bicho. Muita gente boa foi para a fogueira, taxada de bruxa, pelo simples fato de possuir um gato. Caraca, será que não tinham mais o que fazer não?

Viu só? Quem é que poderia viver sem essa informação? Agora que estamos todos salvos do poço escuro da ignorância, sinto-me mais confiante para continuar a vida. Em minha varanda, tem uma namoradeira secular, daquelas feitas sem prego e as emendas das tábuas preenchidas com cera de abelha. Na minha varanda, sobre a namoradeira, eu tenho um vasinho de cactos, presente de filho.

Pois não é que, de uns dias para cá, em minha varanda, sobre a namoradeira, toda manhã, meu vasinho começou a aparecer tombado? Pedrinhas brancas, que o adornam, espalhadas por todo canto. Seria o vento, pensei sem pensar. Que vento nada. Noite alta chego de manso. Lá, como dono do pedaço, todo esticado, quem encontro? Um lindo gato filhote, desmamado, mas filhote, preto como a mais negra das noites de lua nova e ameaçando chuva, sem estrelas e sem vaga-lumes. Seus olhos esverdeados brilhavam fixos em mim. Levantou-se manso, deu uma bela espreguiçada, desceu flutuando do banco e, em miado choro, veio em minha direção. Passou rente a minhas pernas, pedindo afago. Abaixei e acariciei por longo tempo sedoso pelo. Assim ficamos, no silêncio, em reconhecimento mútuo.

Gatos não são escolhidos, eles escolhem companhias, pois jamais serão de ninguém. Não me atrevo a dizer que serei seu dono, isso nunca. Agora, estamos em fase de namoro. Hoje cedo entrou casa adentro. Delicadamente, eu disse não. Ainda não é hora. E tem mais, quem vai cuidar quando eu viajar? Mas confesso que já está me agradando a ideia dela, é uma feminha, ser minha dona. Estou mesmo precisando de companhia e carinho, isso elas sabem dar. Vamos ver no que vai dar, se for para ser, será.

Bastet aqui citada, não originou “basquete” da NBB – esse papo de Novo Basquete Brasil, é triste. Nossa capacidade infinita de imitar. Tudo isso só para parecer com a NBA gringa.

Bom domingo, no mais Gerais, preguiça felina.







segunda-feira, 11 de abril de 2016

Celular






Saudade do tempo em que celular era apenas um celular. Servia exatamente para o que foi criado, ligar e receber chamadas. Eram imensos, pesados e horrorosos. Algumas pessoas exibidas só andavam com aquele que mais parecia rádio de pilha, dependurado na cintura como se fosse uma arma. As chamadas eram caríssimas e viam-se esnobes da mesa de bar ligar para o balcão, só para pedir mais uma cerveja. Nem precisa dizer que a conta de celular ficava três, quatro, até cinco vezes mais cara do que a despesa do boteco, com boas cervejas e iscas de filé acebolado consumidas.

A velocidade da tecnologia e a miniaturização transformaram os monstrengos em Liliputianas caixinhas falantes. Não, não é palavrão. Caso não conheça, é termo criado no belo livro “Viagens de Gulliver”, do escritor inglês Jonathan Swift (1667-1745), que não é marca de salsicha.

Pequenos, mas ainda telefones e nada de internet, redes sociais e tais. Engano. Alguns mais modernosos já vinham com o jogo da cobrinha, o Snake. Havia o lance de empilhar caixotes, o Stack Attack, o Space Impact. Neste, era você contra todos os invasores do espaço. Para completar, o medo de extraterrestres. Havia o Space Invaders onde o lance era derrubar naves das intergalácticas inimigas.

Apareceu o pré-pago que democratizou o uso do celular. Desconheço atualmente aquele que não tem pelo menos um. Mas se tem um só, pode ter certeza de que tem vários chips. No caminho inverso da liliputização, os celulares atualmente estão cada vez maiores. É a fase “Brobdingnag” ou agigantamento, da segunda viagem de Swift. Fazem coisas que até Deus duvida. Comando de voz, — Ô Celú, me liga aí para fulano de tal. Pimba!

— Já está na linha mestre – falta só responder.

Redes viciantes que acabaram com conversas e rodas de amigos. Idiotizam mentes brilhantes. Câmeras de não sei quantos megapixels, aplicativos e jogos para todos os gostos. Conexões internet de altíssima velocidade, nomes loucos/estranhos que passaram a fazer parte de nosso vocabulário cotidiano: wi-fi, bluetooth, Instagram, download, Browser, Inbox, Jailbreak, Java e por aí afora. Vou poupá-los das pronúncias que ouço por aí quando tentam balbuciar aos novos vocábulos.

Temos hoje celulares que mais parecem tela de televisão. Aliás, para tal servem também. Quanto maior o aparelho, maior o status, pensam alguns. Mal sabem que, ao colocar em exibição sobre a mesa aquele objeto de desejo de tantos, olhos maldosos podem estar preparando furto ou roubo. O mais interessante é que, com tanto recurso e tamanha tecnologia, as pessoas esquecem-se de utilizá-lo para ligar e receber chamadas.

“Na última viagem, Gulliver encontrou os Houyhnhm, uma raça de cavalos que possuía muita inteligência, que representavam os ideais iluministas da verdade e da razão. Os Houyhnhm temiam que alguém dos yahoos (uma raça imperfeita de um tipo de “humanos”) movidas por instintos primitivos, se tornasse culto, satirizando a raça humana. Gulliver vê a humanidade como yahoos e toma nojo do ser humano.”

Prestaram atenção no nome da espécie tão temida pelos inteligentes cavalos. Só para lembrar, “Viagens de Guliver” foi lançado em 1726. Presságio?








Jornal Correio em 10 de Abril 2016





terça-feira, 1 de março de 2016

Controle de Aedes

https://drive.google.com/file/d/0B3a7BJIdLwOhRXdPaFpHS2ZPdE0/view?usp=sharing


A contemplação sempre nos traz ideias, algumas factíveis outras meio loucas. Geralmente estas últimas é que funcionam. Assim foi toda minha vida. Quando poderia imaginar que um programa de controle de escorpiões, implantado em uma cidade onde o escorpião não era considerado bicho perigoso, poderia vingar e transformar-se em um dos modelos de controle para nosso Brasil?

Pois é, de mirar para dentro um dia perdido no tempo, do perceber a necessidade não sentida de uma gente sendo agredida constantemente por esse bicho, nasceu nosso trabalho. Não mais nosso, e sim, um direito da população que felizmente aprendeu a cobrar por ele, perpetuando algo que lhe pertence e não pode sofrer interrupções. Fico feliz e realizado. Foi assim também com o controle da raiva canina. Quando começamos a brigar contra ela, era um Deus nos acuda. Quatro, cinco casos por semana davam entrada no Hospital Veterinário. Neste ano, completamos trinta, isso mesmo, trinta anos sem um caso sequer da doença em cão ou gato. Deu trabalho, mas como valeu à pena. Vidas salvas, missão cumprida.

Outro dia, ao entardecer ou anoitecer, não sei, pois os estertores do horário de verão são cruéis com o dia e com a noite, fazendo-os cumprir hora extra. Custa a escurecer e nunca amanhece, me peguei melancólico. De tanta picada que estava a levar, me veio uma ideia de como controlar o mosquito da dengue e, de quebra, diminuir, razoavelmente, os pernilongos comuns, cantantes de pé de ouvido.
Raquetes elétricas. Simples assim, ecologicamente corretas, não poluem e consomem faiscazinha de eletricidade ao serem carregadas na tomada. Calma, explico. Resolvi batizar de Projeto Guga meu divagar, seguindo exemplo da Polícia Federal e os nomes curiosos que dá às suas ações.

Seguinte: Uberlândia tem por volta de 300 mil domicílios, aí considero casas e apartamentos dos edifícios, cada vez mais abundantes, destruindo nossos horizontes. Vamos supor que cada domicílio destes receba uma raquete elétrica com instruções de uso e obrigação de detonar, digamos, 6 Aedes por dia. É pouco pela quantidade que temos voando para todos os lados.

Teríamos, pois a bagatela de 1,8 milhão eliminados por dia, certo? Por mês seriam 54 milhões e por ano 640 milhões bichos a menos atazanando nossas vidas. Super significativa, esta quantidade de Aedes fora de combate diminuiria, e muito, a transmissão da tríade do mal: zika, dengue, chikungunya. Além de levar atividade física para toda a população de uma vez só, diminuiríamos filas nas Unidades de Saúde e gastos com medicamentos. Todos ganham menos os mosquitos, é claro.

No varejo cada raquete dessa custa, digamos, R$ 25. Custo do Projeto Guga R$ 7,5 mil. Contudo, com uma compra grande licitada e bem fiscalizada, o custo vai cair e muito. Gasta-se mil vezes mais do que isso apenas com folhetos, explicando o que todos já sabem. Verdade, mas não fazem.

Aí, está. O projeto tem tudo para dar certo se aliado, é claro, ao básico que é acabar com água parada. Isso todo mundo já faz, ou não. Fica apenas a pergunta: quem vai colocar o guizo no pescoço do gato?







Jornal Correio de 28 de fevereiro de 2016




https://drive.google.com/file/d/0B3a7BJIdLwOhRXdPaFpHS2ZPdE0/view?usp=sharing

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Escorpiões



Em um mês, foram registrados, em Uberlândia, 44 casos de acidentes com escorpião no período de dezembro de 2015 a janeiro de 2016. No ano passado, foram 20.015 ocorrências de pessoas picadas pelo aracnídeo em todo o Estado. Durante o período de chuva, os cuidados devem ser redobrados já que enchentes, alagamentos e enxurradas acabam obrigando o animal a deixar os esconderijos e procurar locais secos.

Clique no ícone PDF abaixo para matéria completa


Jornal Correio em 25/02/2016






https://drive.google.com/file/d/0B3a7BJIdLwOhMUp4aDc5MGVmWjA/view?usp=sharing



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Cartilha sobre Zika



Recebi de Silma Melo Responsável Técnica/ Área de Assessoramento Técnico às Talassemias (ATT)/
Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados/DAET/SAS/ Ministério da Saúde
Cartilha sobre Zika com ótimas informações ao público. Se puderem repassar a Saúde Coletiva agradece
Atenciosamente

William H Stutz


Link para a cartilha

www.ans.gov.br/images/stories/noticias/pdf/Cartilha_Zika_revisada.pdf